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Gestão

35% das empresas não sabem gerenciar volumes de dados

Constatação é de estudo realizado pela Unisphere Research com Grupo de Usuários de Aplicações Oracle.

Redação da Computerworld

19 de abril de 2010 - 15h04
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Muitas empresas não têm estratégias para lidar com a montanha de informações que cresce dia-a-dia no ambiente corporativo. Um estudo realizado pela Unisphere Research com mais de 225 membros do Grupo de Usuários de Aplicações Oracle (ou OAUG - Oracle Applications Users Group) revelou que 35% dos entrevistados ainda não sabem como gerenciar grandes volumes de dados nas suas aplicações de negócios.

Batizado de “Information, Unplugged: 2009 OAUG ResearchLine Survey on Enterprise Application Information Lifecycle Management”, o estudo foi patrocinado pela Informatica Corporation, fornecedora de soluções de TI.

A maior parte dos entrevistados tenta combater questões de performance com soluções de eficácia limitada, como ajustes no conjunto de aplicações, o que gera retornos menores, e atualização ou expansão dos seus ambientes de hardware, agregando complexidade e custos.

Entre os participantes, 87% responsabilizam o crescimento dos dados a problemas de performance. Do total, 27% disseram que mantêm, atualmente, todos os seus acordos de nível de serviço. Os custos de manutenção são desproporcionais à utilidade da aplicação.

O relatório apurou que os custos de manutenção são desproporcionais à utilidade da aplicação. A maioria dos entrevistados não tem um método formal para a desativação de aplicações antigas. Um total de 42% reconheceu que precisa de um a cinco funcionários em tempo integral para manter uma aplicação antiga.

Um em cada sete dos entrevistados ressaltou que há necessidade de um efetivo ainda maior para mantê-las e 14% deles dedicam um décimo do seu orçamento anual de TI para manter aplicações antigas.

Outro alerta apontado pela pesquisa é o uso de cópias integrais de dados de produção em ambientes de desenvolvimento e testes internos, extraterritoriais e terceirizados, uma prática que aumenta tanto o volume de dados quanto o risco para o negócio.

Armazenamento de dados
Além disso, o estudo conclui que mais empresas precisam garantir que os dados não contenham identificadores que exponham informações confidenciais sobre clientes e parceiros. Entre os entrevistados, 75% fazem até cinco cópias dos dados em produção para fins de não-produção. Destes, 78% usam dados reais em produção em ambientes de não-produção.

O problema do aumento dos dados é agravado por regras e políticas que exigem que tais informações permaneçam acessíveis por longos períodos.

Pelo levantamento, 60% guardam os dados por sete anos ou mais, 16% mantêm inalterados e 66% dizem que os dados arquivados precisam ter disponibilidade imediata de acordo com a necessidade.

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