
A central de whitepapers de tecnologia da COMPUTERWORLD
Gestão
Gerenciamento de projetos é fator chave para empresas
Hoje, velocidade, capacidade e adaptabilidade são tão ou mais importantes do que custo e qualidade.
Bob Lewis, da InfoWorld
Graças à verdadeira "guerra de manobra" que tomou de assalto as empresas modernas, possibilitando aos executivos se beneficiar dos desafios que têm de enfrentar, em vez de se deixar abater por eles, o gerenciamento de projetos tornou-se a disciplina mais importante nas corporações. E com uma nova abordagem, na qual custo e qualidade deixaram de ser prioridades. Flexibilidade e velocidade ganharam peso maior.
Só para ter certeza de que estamos falando a mesma língua: um projeto é um conjunto de tarefas que envolvem várias pessoas, organizado para oferecer produtos tangíveis dentro de um determinado período de tempo.
Para melhorar qualquer função comercial, incluindo gerenciamento de projeto, você tem de saber o que significa "melhorar". Um bom caminho para isso é classificar seis parâmetros em ordem de importância: custo fixo, custo incremental, tempo de ciclo, rendimento, qualidade (ausência de defeitos), e excelência (nesse contexto, a flexibilidade e adaptabilidade).
Tradicionalmente, os chamados projetos de TI enfatizam custo incremental, custo fixo e qualidade. Em outras palavras, manter baixo o custo por unidade de trabalho, a sobrecarga de gerenciamento de projetos, e a quantidade de bugs. Tempo de ciclo, rendimento, e excelência eram deixados à própria sorte - pelo menos até agora.
Ciclo OODA: a guerra de manobra dos negócios
Para os não iniciados, o ciclo OODA significa "observar, orientar, decidir, agir". Em loop, porque depois de agir, é hora de observar novamente, para ver se a companhia obteve os resultados esperados e/ou precisa fazer correções.
Na maioria das competições, o competidor com o loop mais rápido OODA ganha, porque é mais veloz e assertivo nas tomadas de decisões.
Assim, para acelerar o ciclo OODA, é preciso terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.
Seguinte: em nosso ciclo OODA, "agir" nem sempre é simples o suficiente para ser um rquisito atendido por um único projeto. A implicação: além de terminar os projetos individuais de forma rápida, a TI tem de aumentar a capacidade total para os projetos. Em outras palavras, precisa ter maior rendimento.
Dado que o grande objetivo dos projetos de empresas é aumentar a flexibilidade dos negócios e adaptabilidade, junta-se a excelência do tempo de ciclo e taxa de transferência como terceiro parâmetro a ser otimizado no gerenciamento de projetos.
Portanto, é possível concluir que quando se trata de gerenciar projetos que objetivam manter o negócio competitivo, os critérios para definição de "bom" passaram a ser velocidade, capacidade e flexibilidade.
Pergunta: seus gerentes de projeto compreendem quão radicalmente suas prioridades mudaram?
Eu diria que a maioria ainda não percebeu como o gerenciamento de projeto tem que mudar para se adaptar às suas novas prioridades.
Cloud computing é difícil?
O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA




