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Gestão

Sergio Rubinato Filho é presidente do itSMF Brasil e representante do Brasil no itSMF International Board.

O que esperar de uma da boa governança de TI

Para acabar com a falta de eficiência e objetividade em respostas e entrega dos números para a área de negócios, a governança pode ser a alternativa.

20 de dezembro de 2007 - 15h48
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Nos últimos quatro anos, a procura por referências em melhores práticas para gerenciamento de serviços e métodos de governança de TI vem sendo largamente explorados e compartilhados pela comunidade de TI mundial.

O interesse por estruturas de processos e atividades mais eficientes e reconhecidas mundialmente surge no momento em que um dos maiores desafios dos usuários corporativos fica mais evidente: a dificuldade em se equilibrar a demanda por serviços em relação à disponibilidade e qualidade dos serviços ofertados.

O principal objetivo da TI é satisfazer suas áreas clientes por meio da prestação de serviços sustentáveis e economicamente satisfatórios. Mas então por que não conseguimos alcançá-lo?  Por que as áreas que apoiamos se sentem inseguras ao negociar e contratar os nossos serviços? Essa e outras perguntas – como se estamos fazendo realmente o melhor possível no que diz respeito ao planejamento, estruturação, organização, atualização, aprimoramento dos serviços e profissionais TI – insistem em não calar.

As respostas a estas perguntas dependem muito de cada mercado que analisamos, mas os desdobramentos que enfrentamos são muito simulares. Vão desde complicações graves com projetos de implantação de serviços que habilitaram a estratégia do negócio até a inabilidade em executar tarefas mais corriqueiras, como o suporte aos usuários.

Em muitos casos isso leva a contratações de serviços, compras que não seguem os padrões das empresas, perda de credibilidade da companhia e duras críticas aos gestores de tecnologia das empresas. Há um grande esforço para reverter esta situação e melhorar a quantidade e qualidade dos serviços usados pelas áreas de negócio.

Esta situação de descontrole pode e deve ser corrigida com a aplicação de boas práticas de governança na empresa. Quem observa e segue as sugestões, percebe que a adoção destas formas de trabalho, comprovadamente eficientes e eficazes, são puro bom senso.

Reproduzir o que empresas de destaque conquistaram após anos, aprendendo com os erros cometidos, selecionando os métodos mais eficientes para tirarmos proveito de métodos de trabalho elaborados e oferecer estes conhecimentos na forma de serviços que tragam vantagem competitiva ao negócio deveriam ocupar as mais posições nas agendas dos executivos das empresas.

Os resultados falam por si: melhoria significativa nos resultados financeiros da empresa, aumento da satisfação dos consumidores finais e clientes, adequação dos investimentos em TI para geração de melhores rendimentos, controle dos custos de TI, definição de papéis e responsabilidades, melhor integração da TI com as demais áreas da empresa, maior retenção dos colaboradores, aumento da satisfação dos funcionários e o mais importante: um equilíbrio maior entre a vida pessoal e profissional.

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