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Em dificuldades, Novadata entra com pedido de recuperação judicial

Por Alexandre Scaglia e Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

25 de abril de 2007 - 19h35
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De acordo com um fornecedor, a operação na fábrica de Ilhéus continua, mas com foco na preparação de equipamentos para outros fornecedores. "Eles ainda têm alguns pedidos grandes para entregar, como um contrato com a Petrobras. Mas a dívida acumulada é muito grande e a recuperação parece difícil", sentencia o executivo, que pede para não ser identificado.

No caso da Metron, que liderou as vendas nacionais durante o ano de 2002, o processo foi assessorado pela RCS Auditoria e Consultoria e entregue à juíza Elia Kinosita Bulman, da 4ª Vara Cível de São Paulo, no dia 25 de julho de 2005.

A companhia chegou a informar que negociava com o varejo para, aos poucos, retomar ao mercado, mas não se teve mais notícias do processo, que na época ainda dependia da aprovação da maior parte dos credores. O antigo telefone da companhia não atende e o advogado do processo não retornou ao COMPUTERWORLD.

No processo de recuperação judicial, ao contrário da concordata tradicional, a companhia pode estabelecer um plano de pagamento de dívidas mais longo que os usuais dois anos e não precisa depositar recursos em juízo. No caso da Metron, ela pedia uma carência e quatro anos para começar a pagar as dívidas.

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