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Google fecha acordo com OIN para popularizar licenças gratuitas de Linux
Durante o LinuxWorld, buscador se torna primeiro associado ao grupo, que compra e oferece patentes de Linux para evitar processos.
Por IDG Now!
O Google aumentou seu suporte ao sistema operacional de código
aberto Linux ao se tornar o primeiro filiado à Open Invention Network
(OIN) voltado para usuário final.
Formada em 2005, a OIN é uma
companhia de propriedade intelectual focada em comprar patentes do
Linux para proteger o sistema contra ataques sobre infrações de
copyright.
O Google e a OIN fizeram o anúncio nesta terça-feira (07/08) durante a conferência LinuxWorld, que acontece em São Francisco.
A
entrada do Google faz com que a OIN espere que outras organizações
voltadas ao usuário sigam esta trilha, de acordo com Jerry Rosenthal,
CEO do grupo. "É evidente que o Google quer que o Linux tenha sucesso",
acrescentou.
Em um post, Chris DiBona, diretor de programas de código aberto do Google, afirmou o quanto o gigante de buscas confia no Linux.
"Desde
que o Google começou, o Linux nos deu poder w flexibilidade necessária
para servir milhões de usuários pelo mundo", escreveu.
A OIN
torna os patentes adquiridos disponíveis gratuitamente para companhias
que concordem em não usar suas patentes contra o sistema operacional
aberto.
Entre as empresas que suportam financeiramente o projeto estão IBM, NEC, Novell, Philips, Red Hat e Sony.
A
possibilidade do Linux ser atacado se tornou ainda mais evidente e real
em um artigo publicado na edição de maio da revista Fortune em que a
executivos da Microsoft afirmavam que o Linux infringia 235 patentes da
empresa, que processaria usuários e distribuidores do software.
Ironicamente, as acusações da Microsoft resultaram em maior interesse pela OIN e seu portfólio de patentes de Linux.
Até
agora, a OIN comprou mais de 100 patentes globais, que podem ser
consultadas em seu site. As patentes cobrem tecnologias incluídas em
sistemas operacionais, banco de dados e site de e-commerce.
A
pretensão do grupo é compra "patente ad infinitum" e a quantidade de
dinheiro gasto até agora ainda não representa quase nada da quantia de
dinheiro investida na OIN, afirmou Rosenthal.


