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Google fecha acordo com OIN para popularizar licenças gratuitas de Linux

Durante o LinuxWorld, buscador se torna primeiro associado ao grupo, que compra e oferece patentes de Linux para evitar processos.

Por IDG Now!

07 de agosto de 2007 - 14h25
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O Google aumentou seu suporte ao sistema operacional de código aberto Linux ao se tornar o primeiro filiado à Open Invention Network (OIN) voltado para usuário final.

Formada em 2005, a OIN é uma companhia de propriedade intelectual focada em comprar patentes do Linux para proteger o sistema contra ataques sobre infrações de copyright.

O Google e a OIN fizeram o anúncio nesta terça-feira (07/08) durante a conferência LinuxWorld, que acontece em São Francisco.

A entrada do Google faz com que a OIN espere que outras organizações voltadas ao usuário sigam esta trilha, de acordo com Jerry Rosenthal, CEO do grupo. "É evidente que o Google quer que o Linux tenha sucesso", acrescentou.

Em um post, Chris DiBona, diretor de programas de código aberto do Google, afirmou o quanto o gigante de buscas confia no Linux.

"Desde que o Google começou, o Linux nos deu poder w flexibilidade necessária para servir milhões de usuários pelo mundo", escreveu.

A OIN torna os patentes adquiridos disponíveis gratuitamente para companhias que concordem em não usar suas patentes contra o sistema operacional aberto.

Entre as empresas que suportam financeiramente o projeto estão IBM, NEC, Novell, Philips, Red Hat e Sony.

A possibilidade do Linux ser atacado se tornou ainda mais evidente e real em um artigo publicado na edição de maio da revista Fortune em que a executivos da Microsoft afirmavam que o Linux infringia 235 patentes da empresa, que processaria usuários e distribuidores do software.

Ironicamente, as acusações da Microsoft resultaram em maior interesse pela OIN e seu portfólio de patentes de Linux.

Até agora, a OIN comprou mais de 100 patentes globais, que podem ser consultadas em seu site. As patentes cobrem tecnologias incluídas em sistemas operacionais, banco de dados e site de e-commerce.

A pretensão do grupo é compra "patente ad infinitum" e a quantidade de dinheiro gasto até agora ainda não representa quase nada da quantia de dinheiro investida na OIN, afirmou Rosenthal.

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