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Negócios

Empresa mexicana lucra com offshore no Brasil

Softtek projeta que em 2010 a terceirização representará a maior parte de seu faturamento. Em 2004 a divisão respondeu por 22% da receita total.

Por Computerworld

30 de março de 2005 - 12h59
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O principal objetivo deste ano da Softtek é aumentar em 65% a oferta de offshore no Brasil. A empresa aposta nessa modalidade de serviços e afirma que, em dois anos, quem não aderir ao modelo perderá competitividade. A Softtek também acredita no potencial de exportação do serviço e que o Brasil pode competir igualmente com China e Índia.

Cerca de 50% da expectativa de crescimento da empresa em âmbito global está apoiada na nova linha de negócios. Em 2004, a divisão de offshore respondeu por 22% da receita, o que significa 20,2 milhões de dólares. O Brasil representa 30% do faturamento total da corporação, que no ano passado chegou a 100 milhões de dólares.

A Softek diz que o custo médio de homem/hora no Brasil está entre US$ 15 e US$ 20 e que a mão-de-obra chega a ser 30% mais barata que a mexicana, país de origem da Softtek. A companhia dispõe de seis centros de desenvolvimento de software em todo mundo. O mais novo deles, localizado em São Leopoldo (RS) e inaugurado em 2004, é uma das principais armas da Softtek para competir com a indústria indiana. Segundo a companhia, o custo de mão-de-obra neste local chega a ser 15% mais barato que em São Paulo, por exemplo.

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