Negócios
Symantec reestrutura na região
A marca Veritas deixa de existir após a compra feita pela symantec e a nova empresa ganha duas divisões: segurança de sistemas e disponibilidade
Por Luciana Coen
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A Symantec, que adquiriu a Veritas no fim do ano passado, acaba de anunciar a nova estrutura organizacional da empresa. A marca Veritas deixa de existir.
"Veritas não será mais nem uma divisão dentro da Symantec, mas seus produtos farão parte de um pilar de disponibilidade de sistemas, dentro da empresa", afirma Wilson Grava, recém-nomeado vice-presidente da Symantec para a América Latina.
A nova empresa terá duas divisões principais: segurança de sistemas (o que fazia a Symantec originalmente) e disponibilidade de sistemas (com as antigas soluções Veritas).
O executivo lidera um grupo de 300 pessoas na América Latina, 120 das quais apenas no Brasil. Como líder da subsidiária brasileira da Symantec permace Orlando Barbieri. Bruno Lobo, ex-líder da Veritas no Brasil, assume a posição na divisão de disponibilidade dentro da Symantec Brasil.
Abaixo de Grava há quatro estruturas para América Latina. Duas delas são ligadas a canais: corporativo, liderada por Gabriel Alvarado, que veio da Symantec; e tradicional, liderada por Sergio Basílio, proveniente da Veritas.
A estrutura de pré-vendas é comandada por Douglas Wallace, brasileiro que veio da Veritas e fica baseado em Miami.
A quarta estrutura latinoamericana será a área de consumidores finais, para a qual ainda não há um executivo definido.
Cecil Perez, que era o líder da Symantec para América Latina, assume a divisão de Small and Medium Enterprise (SME) para Américas.
"Não dispensamos nenhum executivo", afirma Grava, em entrevista exclusiva ao COMPUTERWORLD.
O objetivo inicial da empresa é manter o fluxo normal de negócios, mantendo a liderança da Symantec em gestão de vulnerabilidades de segurança.
"As grandes contas da Symantec e da Veritas, em poucos casos são as mesmas", explica Grava.
Depois do anúncio, há um planejamento de integração que será feito
Em um ano, a idéia é já ter produtos únicos, totalmente integrados e políticas de preço em comum.
A partir de um ano e depois de, no máximo, dois anos, a nova Symantec deve levar ao mercado novas soluções criadas a partir de tecnologias absorvidas e totalmente integradas, com produtos orientados
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