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IBM criará 40 novos centros de inovação no mundo
O Brasil está entre os países que contarão com as novas instalações, utilizadas para treinamento, testes e suporte a clientes IBM.
Por IDG Now!
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A IBM planeja abrir 40 centros de inovação ao redor do mundo neste ano, ampliando o investimento anual nos centros para 250 milhões de dólares, disse a empresa na segunda-feira (13/03).
O Brasil está entre os países que contarão com as novas instalações, utilizadas para treinamento, testes e suporte a clientes IBM.
Donn Atkins, gerente geral de Global Business Partners da IBM, fez o anúncio durante o PartnerWorld, conferência da companhia para parceiros, que termina nesta quarta-feira (15/03).
Além do Brasil, a IBM pretende sediar os centros na Argentina, China, Índia, México e Reino Unido, além de países não determinados na Europa Oriental e Escandinávia.
Nos Estados Unidos, devem ser instaladas novas unidades no Arizona, Atlanta, Califórnia e Carolinas do Sul e do Norte.
Alguns destes centros são administrados pela IBM, mas a maioria deles é administrada em conjunto pela IBM e seus parceiros, recebendo o nome de Business Partner Innovation Centers (BPICs).
Atualmente, há 100 centros da IBM e de seus parceiros no mundo, ao todo, empregando mais de 1 mil técnicos especialistas, segundo Atkins.
Segundo o executivo, 80% das visitas de clientes aos centros resultam em vendas.
Palavra de parceiro
Um dos principais parceiros da IBM, contudo, questiona eficiência da estratégia. "Temos um BPIC, mas tenho impressões ambíguas sobre ele", diz Richard Kearney, presidente e chief executive officer (CEO) da Mainline Information Solutions.
Com receita anual de 500 milhões de dólares, a Mainline é parceira da Big Blue em hardware, storage e software, voltada à oferta de soluções para pequenas e médias empresas nos Estados Unidos, Brasil, China e Hong Kong.
A empresa tem um BPIC na sua sede, em Tallahassee, Flórida (EUA), em outubro do ano passado, com servidores IBM zSeries, pSeries, iSeries e xSeries e outras ofertas de armazenamento expostas.
"É bom ter os equipamentos no BPIC, mas nossa estratégia é mais face a face", opina Kearney. "Estamos nos perguntando se o centro é realmente útil". Segundo o executivo, as estatísticas de 80% de vendas concretizadas a partir do local são distorcidas, pois clientes levados a visitar o BPIC são aqueles com grande propensão a comprar os produtos.
A Mainline acredita que pode prover as mesmas funcionalidades do BPIC de forma remota, simulando o futuro ambiente tecnológico do cliente.
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