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Metrô de SP economiza R$ 2,5 milhões com software livre

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) economizou no ano passado R$ 2,56 milhões com a utilização do pacote de produtividade de código aberto OpenOffice.

Por Camila Fusco

29 de março de 2006 - 10h00
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A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) economizou no ano passado 2,56 milhões de reais com a utilização do pacote de produtividade de código aberto OpenOffice.

Segundo dados do governo do Estado, o custo médio das licenças do Microsoft Office aliado às despesas com o suporte Software Assurance seria de 2,7 milhões de reais em 2005 caso o órgão continuasse utilizando o sistema.

Com a adoção do OpenOffice, entretanto, o volume desembolsado foi de 199,5 mil reais, o que representa economia de 92,7%. No total acumulado desde 1999, a redução de custos foi de 8,2 milhões de reais.

A estratégia de migração das soluções proprietárias para as de código aberto no órgão começou em 1999, após o governo do Estado reduzir verbas para o Metrô. Desde então, o Metrô passou a incorporar a estratégia de código aberto para seus sistemas de escritório. Atualmente todo o parque computacional do Metrô, que totaliza 2,2 mil máquinas, executam o Open Office.

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