Negócios
Manufatura precisa de TI mais dinâmica, diz IDC
Instituto sugere a adoção de SOA pelo setor, que detém 12% dos investimentos em TI, para garantir mais agilidade e redução dos custos operacionais na área de tecnologia.
Por Thaís Cerioni, da CIO Magazine
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Responsável por 12% dos investimentos brasileiros em tecnologia da informação, o setor de indústria tem um grande desafio pela frente: reestruturar e organizar seus processos em busca de mais agilidade. "Hoje, 46% dos gastos em TI das empresas de manufatura são destinados a manutenção e mão-de-obra", aponta Sérgio Cintra, gerente de consultoria e pesquisa do IDC Brasil. "Isto não é reflexo de uma TI dinâmica e flexível", avalia.
O caminho para reverter a situação, segundo o analista, é adotar um modelo de infra-estrutura orientada a serviços, baseada em processos claros e com forte uso de virtualização, automatização, monitoração e níveis de serviços. "Trata-se de um conceito de infra-estrutura que visa redução de custos operacionais e aumento da eficiência", explica Cintra.
A mudança na forma de organização segue a tendência que dá o tom a todo o mercado de tecnologia da informação, ou seja, tem como objetivo aumentar a capacidade de adaptação a mudanças da área de TI e, consequentemente, de toda a corporação. Para chegar a tanto, o modelo prevê melhor eficiência operacional do departamento de tecnologia, capacidade de apoiar nova iniciativas de negócios e de alcançar objetivos estratégicos para a empresa.
Os seis princípios do Dynamic IT:
- Arquitetura orientada a serviços
- Uso de componentes-padrão
- Modelo de recursos virtualizado
- Gerenciamento de projetos fim a fim
- Modelo operacional de custo flexível
- Modelo de fornecimento flexível
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