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Quais são os 25 piores produtos de tecnologia?
Por IDG Now!
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16. Comet Systems Comet Cursor (1997)
Agradeça o Comet Cursor pela introdução dos spywares. Ele tinha uma única proposta: transformar o cursor de seu mouse em uma imagem engraçadinha, como o Bart Simpson, Dilbert ou outros milhares de ícones. Mas o Comet tinha outros hábitos não tão engraçadinhos assim.
Ele secretamente instalava-se no Internet Explorer quando você visitava certos tipos de sites ou instalava outros tipos de software, como o RealPlayer 7. Algumas versões “seqüestrava” o assistente de busca do IE ou travava o browser.
Apesar de a Comet insistir que o programa não era um spyware, milhares de usuários não concordavam. O Comet System foi comprado por uma companhia de publicidade pay-per-click chamada FindWhat em 2004.
17. O Macintosh “portátil" (1989)
Em 1989, a Apple ofereceu um Macintosh “portátil” de 10 centímetros de espessura com peso de 7,2 quilos. A bateria contribuía para o “peso leve” do notebook da Apple. Precisa dizer mais?
18. IBM Deskstar 75GXP (2000)
Rápido, grande e pouco confiável. Este disco rígido de 75 GB foi logo batizado de “Deathstar” (Estrela morta) pelo seu hábito de falhar e levar consigo todos os seus dados.
Depois de um ano de seu lançamento, a IBM enfrentou uma ação na Justiça, contra usuários que alegavam que perderam dados em razão do Deskstar. Em 2002, vendeu a sua divisão de discos rígidos para a Hitachi.
19. OQO Model 1 (2004)
O OQO Model 1 chama-se a si mesmo como “o menor computador XP do mundo”. E isso era uma grande parte do problema. Você precisava de um bom par de óculos para ler os ícones e textos em sua tela de 5 por 3 polegadas. O teclado era muito pequeno para acomodar, pelo menos, dois dedos adultos.
20. DigitalConvergence CueCat (2000)
Ele apareceu no final da bolha de internet. O CueCat tinha função de ajudar os leitores de revistas e jornais a achar os web sites de anunciantes (provavelmente porque aparentemente devia ser muito difícil digitar www.pepsi.com no seu browser).
A companhia por trás do equipamento, a DigitalConvergence, enviou cartas para milhares de assinantes de revistas e jornais. Os leitores tinham de conectar o equipamento a um computador, instalar alguns softwares, escanear o código de barras dentro dos anúncios e, dessa forma, irem para o web sites dos anunciantes.
Outro “benefício”: a companhia usava o equipamento para juntar informações pessoais sobre seus usuários.
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