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Quais são os 25 piores produtos de tecnologia?
Por IDG Now!
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21. Eyetop Wearable DVD Player (2004)
Algumas coisas não foram feitas para se usar caminhando ou dirigindo e uma delas é assistir DVDs. Infelizmente, a mensagem não foi compreendida pela Eyetop.net, fabricante do Eyetop Wearable DVD Player.
O sistema compreendia um DVD player portátil acoplado a um par de óculos escuros com uma minúscula tela LCD de 320 x 240 pixels direcionada ao olho direito. A tela deveria simular um monitor de 14 polegadas, mas infelizmente, a única sensação que o Eyetop reproduzia era um certo enjôo.
22. Apple Pippin @World (1996)
Antes do Xbox, do PlayStation e do DreamCast, havia o Pippin, da Apple. O quê? É isso mesmo - a Apple tinha um console de games compatível com acesso à internet que era conectado à televisão. No entanto, o produto rodava em um processador PowerPC fraco e portava um modem de apenas 14,4 Kbps, o que o tornava estupendamente lento, tanto online como offline.
Para completar, o Pippin era baseado no sistema operacional Mac OS, e quase nenhum game estava disponível para esta plataforma. O console ainda custava 600 dólares - quase o dobro do preço dos concorrentes, mais poderosos.
23. PCs gratuitos (1999)
No final dos anos 90, empresas competiam para atrair a atenção dos consumidores aos PCs gratuitos. Tudo o que você precisava fazer era uma assinatura e então um microcomputador eventualmente apareceria na porta da sua casa. Entretanto, sempre havia uma pegadinha: você tinha de assinar um contrato de longo prazo com um provedor de acesso à internet, ou então tolerar uma enxurrada de anúncios online invadindo sua tela, ou ainda liberar suas informações pessoais à indústria.
A Free-PC.com deve ter sido a mais apavorante de todas. Primeiro, você preenchia um amplo cadastro incluindo dados como renda, bens, raça, estado civil e muito mais. Depois você tinha de passar pelo menos dez horas por semana no computador e pelo menos uma hora navegando na internet pelo provedor do Free-PC.
Em troca, você ganhava um PC básico Compaq Presario, com quase um terço da tela coberto por anúncios. Além disso, enquanto usava seu PC, a Free-PC o observava gravando todos os lugares por onde você surfava na rede, os softwares utilizados e sabe-se lá mais o que.
Não podemos dizer se a idéia levaria a algum tipo de Big Brother, porque um ano após o lançamento, a Free-PC.com se fundiu à eMachines. Neste período, outros fornecedores concluíram que o modelo do computador "grátis" não se pagava.
24. DigiScents iSmell (2001)
Em 2001, a DigiScents lançou o iSmell, um utensílio que plugado na porta USB de seu PC, emitia aromas adequados a determinados sites de produtos, como perfumes no Chanel.com, ou salgadinhos de queijo no Frito-Lay.com. Mas os internautas céticos torceram o nariz para a idéia, tornando o iSmell um belo exemplo de 'vaporware'.
25. Sharp RD3D Notebook (2004)
Como o primeiro notebook 3D "auto-estéreo", o RD3D da Sharp deveria mostrar imagens tridimensionais sem a necessidade de óculos apropriados. No entanto, o efeito real estava mais para "auto-enxaqueca".
Quando você apertava o botão para ativar o modo 3D, a performance do notebook diminuía e o efeito era notado somente por um ângulo bem específico. Se o usuário movesse a cabeça, o visual desaparecia. Talvez os engraçados óculos 3D não fossem tão ruins assim.
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