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Negócios

Abertura de capital é avaliada pela Procwork

Com faturamento de 300 milhões de reais em 2005 e meta de crescer 25% neste ano, empresa já vem passando por processos de auditoria internacional.

Por André Borges, do COMPUTERWORLD

12 de junho de 2006 - 14h49
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O Grupo Procwork, companhia que faturou 300 milhões de reais em 2005, avalia a possibilidade de aderir ao mercado de capitais como forma de acelerar seu processo de crescimento.

O sócio-diretor do Grupo Procwork, Carlos Cuevas, diz que ainda não há um plano definido, mas afirma que a companhia já vem trabalhando com auditoria internacional para execução de seus balanços financeiros, fator básico para qualquer companhia que deseje entrar na bolsa.

Especializada em soluções da fornecedora SAP, a Procwork possui atualmente 16 verticais de negócios, tradicionalmente procuradas pela oferta de serviços. No entanto, comenta Cuevas, “a empresa está cada vez mais produtizada”, principalmente após as aquisições que tem feito.

Na última semana, a empresa comprou a Billingroup. Ao anunciar a abertura de uma filial em Curitiba, em março, Cuevas  também deixa claro que pretende abrir filiais em Brasília e Manaus e, se houver demanda, uma subregional em Santa Catarina. Escritórios pela América Latina também são prioridade.

Com a meta de crescer 25% sob o ano passado, a empresa prevê pelo menos mais duas aquisições neste ano. “Queremos estar cada vez mais presentes entre pequenas e médias. Por isso virão novas aquisições nas áreas de produtos e serviços”, disse.

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