Negócios
Telemar quer estratégia para inclusão social
O presidente da Telemar, Luiz Eduardo Falco, defendeu hoje, no Ciab 2006, uma estratégia comum da indústria de TIC e as instituições financeiras para explorar a inclusão social como oportunidade de negócios.
Por Genilson Cezar, especial para o COMPUTERWORLD
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O presidente da Telemar, Luiz Eduardo Falco, defendeu hoje, no Ciab 2006, uma estratégia comum da indústria de TI e de telecomunicações e as instituições financeiras para explorar a inclusão social como oportunidade de negócios.
Segundo ele, o Brasil dispõe hoje de uma infra-estrutura de telecomunicações já bastante consolidada - 40 milhões de linhas fixas em operação, 92 milhões de celulares, 4,5 milhões de acessos em banda larga e 25 milhões de usuários de internet -, superior mesmo às necessidades do País, e que o desafio da indústria é desenvolver produtos que atendem aos interesses tanto das camadas mais ricas, quanto dos segmentos mais pobres da população.
"A Telemar criou recentemente produtos que unem o telefone público mais o pré-pago, uma solução de convergência fixo-móvel para segmentos de baixa renda, que está sendo absolutamente um sucesso", afirma.
Trata-se do Oi Cartão Total, um chip que não tem telefone, mas que pode ser utilizado tanto em telefone público quanto em cartão pré-pago e que em apenas sete meses contabiliza 1 milhão de usuários, de acordo com o executivo. "Isso mostra que os consumidores de baixa renda aceitam propostas de tecnologia avançada, desde que elas melhores suas vidas e sejam de baixo custo", indica.
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