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Usuários admitem pagar mais por PCs menos poluentes, diz Greenpeace
A taxa de usuários que concordam em gastar mais por PCs "ecológicos" varia entre 54% dos alemães, 68% dos britânicos e 84% dos tailandeses, de acordo com a pesquisa.
Por IDG Now!
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Estudo conduzido pela organização Greenpeace afirma que 70% dos usuários mundiais de PCs pagariam mais por máquinas com menor impacto ambiental.
O anúncio, feito nesta segunda-feira (26/06), coincide com o comprometimento da Dell em eliminar materiais tóxicos, como o policloreto de vinila (PVC) e retardantes de chamas bromados (BRFs), de suas linhas de computadores e notebooks até 2009.
A taxa de usuários que concordam em gastar mais por PCs "ecológicos" varia entre 54% dos alemães, 68% dos britânicos e 84% dos tailandeses, de acordo com a pesquisa, conduzida no começo do ano em nove países pela organização.
Entre as quantias que usuários estão dispostos a pagar, o México aparece na ponta, com um possível acréscimo de até 229 dólares por PC sem material tóxico. Logo atrás, aparecem China (199 dólares), Tailândia (138 dólares) e Reino Unido (118 dólares).
O documento aponta também que a maioria dos usuários acredita que os fabricantes deveriam ser responsabilizados pelo custo do descarte de materiais tóxicos dentro do micro.
Os mexicanos são os mais convictos sobre a responsabilidade ecológica das empresas, creditando a 66% delas a obrigação de descarte, seguidos por tailandeses (64%), alemães (57%) e chineses (53%).
Mesmo no primeiro lugar entre os países que acreditam na presença de materiais tóxicos nas máquinas, com 61%, o Brasil aparece na última posição entre os usuários que acreditam que a obrigação do descarte é das fabricantes, com 50% das respostas.
Durante a feira Computex, realizada em Taiwan no começo de junho, o Greenpeace já havia feito uma manifestação contra o tratamento dado pelas fabricantes ao lixo eletrônico acumulado após o descarte de equipamentos de tecnologia.
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