Negócios
Falta de apoio barra pólo de TI no Brasil
Por Fernanda Ângelo, do COMPUTERWORLD
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No último ano, a Intel Capital, por exemplo, anunciou a criação de um fundo de investimentos da ordem de 250 milhões de dólares para a Índia e outro de 200 milhões de dólares para empresas na China. Enquanto isso, o fundo do mesmo grupo destinado às companhias nacionais soma 50 milhões de dólares.
Ao mesmo tempo, a EDS pagou 380 milhões de dólares pela participação na empresa indiana Mphasis – agora a organização soma uma força de trabalho de 14 mil profissionais naquele país (11 mil vieram da Mphasis).
Justiça seja feita, a IBM, que possui dois centros de desenvolvimento no Brasil (em Hortolândia e Campinas, interior de São Paulo), empregou recentemente 2,2 milhões de dólares para o desenvolvimento de Linux no País – os recursos foram canalizados para a expansão desses centros. E, em 12 de junho último, abriu vagas para 300 profissionais em suas operações locais.
Em contrapartida, a Big Blue destinou 2 bilhões de dólares à Índia nos últimos três anos. E, para completar, anunciou recentemente o aporte de outros 6 bilhões de dólares naquele país – o montante seria destinado à força de produção, expansão de suas instalações e projetos de educação e saúde junto ao governo indiano.
A EMC é outra que vem investindo pesado em países orientais. A companhia abriu um centro de desenvolvimento em Xangai, na China. A instalação receberá 500 milhões de dólares nos próximos cinco anos e empregará 500 desenvolvedores até o final de 2008. O novo centro faz parte do investimento global em pesquisa e desenvolvimento, que deverá superar 1,2 bilhão em 2006.
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