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Equilíbrio e flexibilidade é exigência básica para o CIO nos próximos anos, diz especialista

Vice-presidente de pesquisas do Gartner, Donald Feinberg, aponta que o CIO capaz de unir peças, como as de um quebra-cabeça, é que terá seu lugar ao sol nos próximos anos.

Por Luiza Dalmazo, especial para o COMPUTERWORLD

24 de agosto de 2006 - 11h45
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Responder às pressões da melhor forma possível será uma das qualidades mais exigidas de um CIO nos próximos anos. A previsão é do vice-presidente de pesquisas do Gartner, Donald Feinberg. “Essa é uma profissão que muda drasticamente e por isso oferece espaço a diversos tipos de profissionais. O destaque, porém, é para o CIO que é capaz de unir peças – como as de um quebra-cabeça – para fazer a atividades funcionarem conjuntamente”, acredita.

O analista afirma ainda que a liderança de TI é alvo de constantes mudanças em todo o mundo e os executivos precisam saber, por exemplo, que em 2006 os Estados Unidos deixarão de ser a única superpotência do mercado e que dividirão tal posição com dois ou três outros países.

Mais adiante, em 2010, o Gartner prevê que o mundo ficará dividido entre os países que são capazes tanto de produzir quanto de consumir os produtos e os que só podem consumir. No ano posterior, de acordo como Gartner, a Índia vai superar os EUA em patentes de software.

As ações do executivo de TI, portanto, deverá seguir os critérios de complexidade, gerenciamento de riscos e flexibilidade. Outro ponto fundamental é a análise das informações. “Checar as informações verdadeiras e interpretar a verdade será imprescindível para que as empresas deixem de tomar decisões de negócio baseadas em dados incorretos ou de uma base mal organizada”, conclui Feinberg.

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