Negócios
Déficit de profissionais abala setor de software
Por Inaldo Cristoni, especial para o COMPUTERWORLD
Compartilhe:
Mas a empresa desenvolve, também, aplicações para mainframe, atendendo principalmente, bancos – um trabalho conduzido pela planta de São Bernardo do Campo, em dobradinha com o pessoal alocado na unidade do Rio de Janeiro. “É preciso quebrar o paradigma de que as aplicações que rodam em ambiente de mainframe são jurássicas. Isso não é verdade”, ressalta Pereira, acrescentando que a EDS vem fazendo um grande esforço no sentido de modernizar as aplicações escritas para a plataforma. O objetivo, nesse caso, é mostrar aos clientes que é possível tornar o processamento nesse ambiente mais ágil.
Com um time que chega a 1,5 mil profissionais, a EDS mescla nas equipes programadores experientes e recém-formados. Todos, no entanto, passam por um programa intensivo de treinamento, com duração média de dez a 12 semanas. “Há especialistas em Cobol que precisam de treinamento para lidar com outra linguagem de programação para mainframe”, exemplifica Pereira.
Também a EDS planeja – e não conta onde – inaugurar em breve mais uma fábrica de software. A intenção é abrir a nova estrutura já no próximo ano, empregando pelo menos mais 2 mil desenvolvedores.
De onde vêm os profissionais?
Se as universidades não fornecem recursos humanos na velocidade que o mercado exige, às empresas resta a alternativa de investir na capacitação de pessoal. Isso tem sido muito comum nos casos em que a formação tecnológica dos programadores não corresponde à natureza dos projetos para os quais estão sendo requisitados.
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


