Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

Negócios

Déficit de profissionais abala setor de software

Por Inaldo Cristoni, especial para o COMPUTERWORLD

04 de setembro de 2006 - 10h30
página 4 de 5

Lílian Piccioti, diretora de outsourcing de aplicações da CPM, conta que, embora haja no mercado espaço para abrigar profissionais com diferentes níveis de especialização, as instituições de ensino superior e os centros de formação tendem, de uma maneira geral, a privilegiar apenas a formação nas plataformas baixas. Ela observa que existe uma grande demanda no mercado local para o desenvolvimento e manutenção de sistemas em mainframe e que um dos grandes desafios das empresas tem sido o de identificar pessoas com experiência nessas tecnologias.

Por isso, a CPM mantém convênios com diversas instituições, como a Universidade Mater Dei e o Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET), ambas localizadas na cidade de Pato Branco (PR), e as universidades catarinenses Unisul, de Florianópolis, e Univali, do Vale do Itajaí. “Nesses locais, uma das principais iniciativas é o Programa de Estágio, que prepara os profissionais de acordo com a demanda do mercado, incluindo treinamento em Cobol e Java”, revela Lílian.

Com oito centros de desenvolvimento de aplicações em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a CPM tem cerca de 1,2 mil funcionários, com vários níveis de especialização, e uma carteira de 139 clientes de grande porte no Brasil. “Além do conhecimento das linguagens e tecnologias de alta e baixa plataformas, exigimos experiência em áreas específicas de negócios, para agregar valor aos serviços prestados aos clientes”, enfatiza Lílian.

Outra fornecedora que foi buscar na proximidade com o meio acadêmico a solução da carência de pessoal especializado foi a Progress Software. Por meio do Programa Universitário, a empresa fornece software, manuais e instala laboratórios para capacitação e treinamento de alunos e professores em suas soluções, desenvolvidas em linguagem de quarta geração, que inclui banco de dados e ferramentas de desenvolvimento de aplicação para web. O objetivo, diz Rodrigo Baptista, é aumentar a oferta de mão-de-obra para a própria Progress, seus parceiros e clientes. Até o momento foram firmados convênios com a Fatec e a Universidade Salesiana (Unisal), mas a companhia está negociando com outras instituições.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld