Negócios
Caixa altera modelo de fábrica de software
Por Fernanda Ângelo, do COMPUTERWORLD
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Basicamente, entre outras determinações, as regras do novo modelo impedem que a empresa vencedora em qualquer item de um dos blocos concorra a contratos do outro bloco. “As companhias que se enquadrem nas exigências do edital podem participar da licitação em todos os níveis. Mas se ganhar em uma das categorias, não pode concorrer na outra”, explica Oliveira. Para exemplificar, ele diz que o fornecedor responsável pela programação do software jamais fará a sua aferição ou proverá o suporte para a solução.
O gerente acredita que esta seja uma forma de garantir mais qualidade de software, já que as chances de contratar provedores mais especializados são muito maiores. As alterações no modelo de contratação da fábrica de software também garantirão uma concorrência mais leal às empresas de menor porte – que até então eram subcontratadas pelas grandes que normalmente venciam a licitação. A obtenção de melhores preços, conforme aumenta a concorrência, é outra realidade a partir das mudanças feitas pela CEF. “O mercado recebeu bem a nova proposta”, garante Oliveira.
Bom para uns
De fato, a mudança vem sendo muito bem aceita por empresas menores, especializadas em um determinado escopo dentro do processo de desenvolvimento de software. É o caso da RSI, companhia brasileira cuja atuação está focada no desenvolvimento de metodologias e ferramentas para testes e qualidade de software.
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