Negócios
Caixa altera modelo de fábrica de software
Por Fernanda Ângelo, do COMPUTERWORLD
Compartilhe:
E, apesar de admitir que sua fábrica de testes ainda seja algo novo (lançada há cerca de dois anos), a companhia está preparada para concorrer em qualquer uma das fases.
Batistela não confirma a participação da empresa no processo de licitação para a fábrica de software da CEF. “Caso optemos por participar, faremos a inscrição para concorrer na fase de desenvolvimento”, diz. O executivo explica que a escolha se daria por conta do maior valor do contrato, já que essa etapa implica em mais horas/homem, bem como pela maior experiência da companhia em desenvolvimento.
Oliveira, da CEF, admite que o novo modelo realmente permite que empresas de menor porte, porém altamente especializadas em determinadas áreas, consigam fazer frente àquelas de grande porte, que até então tradicionalmente levavam a maior parte das licitações desse gênero. Ele admite também que essa mudança vai ao encontro das diretrizes do atual governo federal, que prevê a democratização das oportunidades.
No entanto, o executivo é enfático ao dizer que o novo modelo de contratação da fábrica de software vem atender a demandas reais dentro da própria CEF. “A mudança não se deu por generosidade da Caixa, mas porque é uma forma de extrair muito mais especialização do mercado”, afirma.
Oliveira diz ainda que também não se pode dizer que a nova política de licitação caracteriza uma simples inovação da instituição. “Mais do que inovadora, a CEF está sendo criativa e, acima de tudo, muito mais exigente”, conclui.
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


