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Negócios

Com fusão com Submarino, Americanas.com quer conquistar mercado internacional

Por Daniela Braun, do IDG Now!

07 de dezembro de 2006 - 12h04
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Business to World
No atual mercado de 4,3 bilhões de reais e mais de 6 milhões de consumidores ativos, a nova Americanas.com deve mesmo se preparar para a entrada já anunciada de poderosos varejistas como Wal-Mart, que abre sua loja virtual em 2007, após muito tempo de ensaio no Brasil.

Outros nomes, que segundo Guasti, podem estar na mira do e-consumidor incluem Casas Bahia, Carrefour e, quem sabe, até a Amazon.com, que chegou a sondar nosso e-commerce ainda jovem há seis anos.

Como uma ‘Companhia Global de Varejo’, a B2W já anunciou que pretende abrir suas portas para o mundo, o que pode incluir, além dos vizinhos Argentina, Chile e México, países do mundo BRIC como a Índia, informou Martins. “Uma companhia de varejo desse porte não pode ficar só no País”, confirmou Domeneghetti ao avaliar a fusão.

O ganho de escala com a união das estruturas e o poder de compra do varejo serão os combustíveis para o desejo de dar a volta ao mundo com a nova operação.

O mesmo poder de negociação tende a ser vantajoso para os bolsos de mais de 7,7 milhões de clientes que compram nas lojas Americanas.com e no Submarino e para os 800 mil consumidores que passam diariamente pelas 210 Lojas Americanas espalhadas em 19 Estados brasileiros.

Os mesmos consumidores, maioria das classes A e B na internet e C e D nas lojas físicas, ainda têm a possibilidade de se cruzar entre os diversos canais de vendas das empresas. Outra conseqüência da fusão pode ser ampliar o tão sonhado universo de novos consumidores online que Flávio Jansen, presidente do Submarino.com indicou como meta para 2007.

"Quando for comprar algo, o consumidor deve se lembrar que também pode fazê-lo pela internet. É uma questão de tempo e costume porque o e-commerce ainda está em transformação", declarou o executivo na primeira reportagem desta série. E a inovação já tinha endereço certo.

Opinião do Leitor [1 comentários]

Adeus concorrência.

Com essa fusão acabou a concorrência no setor de eletro-eletrônicos no comercio on-line brasileiro.
Marcelo - 05 Jan 2007, 07h56
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