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Negócios

Médias empresas brasileiras vão investir em CRM, rede, infra-estrutura e segurança

Levantamento, realizado pela IBM, indica que médios empresários tupiniquins definem como foco para investimentos CRM, rede, infra-estrutura e segurança corporativa.

Por COMPUTERWORLD

11 de dezembro de 2006 - 15h40
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Não é à toa que inúmeros fornecedores de TI vêm insistentemente pregando a entrada no middle market brasileiro. Ao contrário das grandes corporações, consolidadas e com fabricantes competindo palmo a palmo cada cliente, as médias empresas têm estrutura de tecnologia menos atualizada e, por isso, maior necessidade de investimentos.

Corroborando essa idéia, levantamento da IBM e da Braun Research aponta que as empresas médias nacionais estão dispostas a investir, em até 18 meses, em CRM (84%), rede e comunicação (84%), infra-estrutura de TI (82%) e segurança corporativa (81%). O estudo ouviu, ao todo, 200 empresas mediais nacionais, além de outras 959 no Canadá, China, Leste Europeu, Europa Ocidental e Estados Unidos.
 
A intenção de investimentos, no entanto, não é avassaladora. Para CRM, 17% garantem que vão investir até 50 mil dólares; enquanto outros 34% pretendem alocar entre 51 mil e 500 mil dólares. Já para a categoria “rede e comunicação”, 18% vão investir até 50 mil dólares e 18% entre 51 mil e 500 mil dólares. Em infra-estrutura, 16% pretendem alocar até 50 mil dólares, contra 23% que ficarão entre 51 mil e 500 mil dólares.

Em segurança corporativa, 18% pretendem investir de mil dólares a 50 mil dólares; 15% dos entrevistados planejam alocar recursos entre 201 mil dólares a 500 mil dólares. Ainda assim, o mercado nacional de proteção é uma oportunidade mais interessante do que o mundial, já que a faixa de investimentos menores (até 50 mil dólares) no mundo é maior, envolvendo 40% dos entrevistados, contra 18% nos nacionais.

Vale ressaltar que a taxa de respondentes que não sabiam ou se recusaram a comentar o montante a ser investido foi grande em todas as categorias principais. Em média, o valor ficou pouco acima de 50% de entrevistados por cada tendência.

Em relação aos entraves para a adoção de tecnologias, o custo continua sendo o problema número um. Para 59% dos entrevistados, o preço é a maior questão, mesmo quando a solução tem retorno de investimento significativo. Outros dois entraves para o setor é a segurança das informações do negócio, com 42%, e a disponibilidade do serviço, com 36%.

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