Negócios
Conheça os 10 fiascos corporativos de 2006
Por COMPUTERWORLD
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4- Sony e suas baterias perigosas
A Sony entrou em fogo cruzado quando foi revelado que suas baterias para laptops, antes usadas para dar energia ao aparelho, também podiam ser usadas para transformar os notebooks em flamejantes retângulos de morte. Um total de 8,1 milhões de baterias tiveram de sofrer um recall de fabricantes, que usaram as baterias mortais usadas em aparelhos da Dell, Apple, Toshiba, Fujitsu, Hitachi e outros.
3- Laptops abandonados
Parece que ninguém foi capaz de manter seus laptops perto de si em 2006 – e os fiascos corporativos foram incapazes, também, de pensar em alguma solução de criptografia. Seja na rede de café Starbucks, no Departamento Comercial dos Estados Unidos ou ainda no Departamento de Assuntos dos Veteranos, evitar perdas de computadores pessoais caríssimos não foi possível de ser contornado.
2- Executando em excesso
Levante-se e aplauda todos os executivos do segmento de TI mal comportados em 2006. O antigo CEO da CA, Sanjay Kumar, alegou culpa na acusação de fraude e foi sentenciado a 12 anos de prisão. Já o ex-CEO da Savvis, Robert McCormick, se demitiu no final do ano passado ao vir a público a história de que ele pagou uma conta de 241 mil dólares num clube de topless.
Com o surgimento de investigações ligadas às ações da McAfee, foi demitido o até então presidente da Kevin Weiss, enquanto o Chairman e CEO George Samenuk se demitiu. E, no maior de todos esses fiascos, Bernard Ebbers foi condenado a 25 anos de prisão pelo papel que desempenhou no escândalo contável de 11 bilhões de dólares da WorldCom.
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