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Negócios

Senador diz que vícios atrapalham projeto de inclusão digital

Amir Lando, relator da CPMI dos Sanguessugas diz que existem hábitos contínuos que impedem o sucesso dos programas de inclusão do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Por COMPUTERWORLD

14 de dezembro de 2006 - 13h29
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O relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas aponta uma "série de vícios" na implantação do projeto de Inclusão Digital do Ministério da Ciência e Tecnologia.

No entanto, o relator senador Amir Lando (PMDB-RO), diz não ter informação dos critérios objetivos para indicação da conveniência de aquisição de unidades móveis, em vez de implantação de centros fixos de informática, "parecendo que ali prevaleceram os critérios politicos de decisão sobre os técnicos".

O relatório buscou invetigar as ações de promoção de inclusão digital do governo federal, entre os anos de 2003 e 2006, e as irregularidades de algumas destas ações, decorrentes  de denúncias surgidas em sequência à Operação Sanguessuga, promovida pela Polícia Federal em maio de 2006.

"A suspeita é a de que parlamentares (autores de emendas ao Orçamento para aquisição de unidades móveis de saúde) envolvidos nas denúncias de direcionamento das licitações e favorecimento pessoal, também estariam direcionando emendas para a venda de unidades móveis de inclusão digital pelas empresas da Máfia das Ambulâncias".

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