Negócios
HP encerra 2006 consolidando liderança em mercados-chave
Resultado de ações direcionadas levaram companhia à liderança no mercado de desktops, notebooks, servidores Blade, além, das impressoras.
Por Ana Paula Oliveira, do COMPUTERWORLD
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Dados divulgados nesta terça-feira (19/12) pelo presidente da HP Brasil, Mario Anseloni, revelam: a crise de imagem sofrida pela companhia ao longo deste ano, com a demissão da executiva mundial Patrícia Dunn, não teve reflexos diretos nos resultados financeiros da operação brasileira, que está acima da meta estabelecida pela corporação por 13 trimestres consecutivos.
Os resultados expressivos mostram ainda crescimento de 33% no faturamento deste ano em relação à 2005 e um crescimento da ordem de 107% nos últimos três anos. “Isso é o resultado de ações direcionadas que nos trouxeram também a liderança no mercado de desktops, notebooks, servidores Blade, além, é claro das impressoras”, conta Anseloni.
Com base nessas conquistas, as expectativas para 2007 são bastante positivas para Anseloni, que completará seu primeiro aniversário no comando da HP além de comemorar 40 anos de empresa no Brasil no mesmo mês em que chegará aos 40 anos de idade. “Todo esse crescimento também será suportado pela eficiência de nossas equipes e pelo investimento em áreas estratégicas de crescimento”, afirma.
Uma das áreas que suporta essa maturidade é a pesquisa & desenvolvimento, onde estão alocados cerca de 1 mil profissionais responsáveis por projetos de inovação da companhia. Um deles é um sistema de auto-gerenciamento de servidores blade, que serve de plataforma para os servidores vendidos pela empresa em todo o mundo. “Esse é o resultado que colhemos com um time de pessoas altamente capacitadas pensando no futuro da tecnologia e remuneradas de forma equilibrada”, destaca Anseloni.
“Queremos manter esse desempenho sem mudanças radicais, evitando a comoditização de nossos produtos. A HP não quer ser uma empresa de PCs, servidores ou de impressoras. Somos uma empresa de tecnologia para ajudar nossos clientes nas soluções que eles mais precisarem”, ele enfatiza.
Em relação à crise de imagem mundial que chacoalhou a companhia neste ano, o executivo comenta: “É lógico que não estamos felizes com o que aconteceu, mas uma das provas de que nossos valores éticos são tão profundos é a forma aberta como estamos debatendo tudo isso. O desafio, de agora em diante, é com tinuar conduzindo tudo de forma ética, sem esconder o que aconteceu, mas usando esses fatos como exemplo para que situações como essa não se repitam nunca mais”, conclui o presidente da HP.
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