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Negócios

HP encerrou o ano de 2006 com um crescimento de 33% no Brasil

Com crescimento acima da média mundial, subsidiária destaca resultados em computadores pessoais, impressoras, servidores, software e serviços.

Por Daniela Moreira, do IDG Now!

19 de dezembro de 2006 - 17h35
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Sob o novo comando de Mario Anseloni (que, em 1º de novembro, substituiu Carlos Ribeiro na presidência da HP Brasil), a subsidiária brasileira da HP encerra o ano de 2006 com 33% de crescimento, destacando o aumento nas vendas de notebooks, que foi de 76% no período.

O crescimento da subsidiária ficou acima da média mundial da companhia, que foi de 7% de aumento em receita - o faturamento total em 2006 foi de 91,7 bilhões de dólares. A companhia também cresceu 50% nas vedas de desktops no Brasil, principalmente graças ao pacote de incentivos do governo aos fabricantes de PCs - conhecido como MP do Bem - e à redução do mercado cinza, que responde hoje por 50% do setor, contra 74% em 2004, segundo Anseloni.

Ainda na área de consumo, a companhia consolidou a participação de mercado em impressoras, encerrando o ano com 65% do mercado de jato de tinta, 78% do segmento de multifuncionais e 57% em laser, de acordo com o presidente. “Também lançamos o primeiro smartphone no País, o que posiciona a HP como competidora no segmento de dispositivos móveis com processador Intel”, apontou o presidente.

Na área de servidores, a subsidiária comemorou um crescimento de 49% em servidores Itanium, no terceiro trimestre de 2006, e um aumento de 125% nas vedas de servidores blade no mesmo período (mercado em que atingiu 25% de participação, no Brasil). Em software de gerenciamento, o crescimento foi de mais de 40% e na área de storage a empresa se limitou a reportar crescimento de “dois dígitos”.

A HP Brasil revelou ainda ter investido 175 milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento nos últimos cinco anos, contando com um time de mais de mil pessoas envolvidas em projetos da área, concentradas principalmente em universidades no Sul do País. Os investimentos da subsidiária em responsabilidade social corporativa passam de 150 milhões de reais.

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