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Os 15 piores momentos do mercado de tecnologia em 2006

Relembramos as gafes e vexames tecnológicos do ano, dos laptops explosivos à espionagem corporativa, passando pelas pérolas do YouTube.

Por IDG Now!

26 de dezembro de 2006 - 12h02
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Este foi o ano em que a maior companhia de software do mundo teve de reconhecer que seu sistema operacional estava, novamente, defasado. Foi também, o ano em que o maior fabricante de PCs do planeta foi pego espionando repórteres e executivos de seu próprio quadro de funcionários.

Em 2006, ligar o notebook foi uma aventura explosiva. Mas isso não preocupava oficiais do governo e de grandes corporações, afinal, eles já tinham perdido seus laptops – junto com dados pessoais de milhões de norte-americanos.

Navegando na internet, era grande a chance de que você caísse no conto da adolescente solitária (que na verdade era uma atriz). Se você assinou a AOL, seus termos pesquisados podem ter sido mostrados para todo o resto da web.

E pior: se você fez algo completamente idiota, qualquer um com uma câmera de vídeo e uma conta no YouTube pode ter gravado seu deslize e o exibido para o mundo.

Nos próximos parágrafos, nós humildemente elegemos os maiores micos no universo da tecnologia em 2006. Se, por acaso, você encontrar algum erro neste texto, por favor guarde-o para você!

1 – Surpreendido pela bateria
Em julho, quando Thomas Forqueran e um amigo se arrumavam para voltar de uma viagem a Nevada, nos EUA, ele deixou um notebook Dell Inspiron 1300 na cabine de sua picape Ford 66. Não demorou muito para que Forqueran começasse a sentir cheiro de fumaça e logo visse chamas saindo pela janela do passageiro.

Em instantes, o fogo chegou a três caixas de munição que estavam no porta-luvas. Forqueran e o amigo tiveram de correr para fugir da explosão do tanque de gasolina do carro.

Inúmeros casos de laptops incendiados figuraram em manchetes em 2006, mas foi o caso de Forqueran que fez a Dell realizar um recall de 4,1 milhões de notebooks equipados com baterias de íon de lítio, da Sony.

Logo, companhias como Apple, IBM/Lenovo e Toshiba, entre outras, entraram no esquema. Em julho de 2007, fabricantes de laptops planejam lançar baterias de íon de lítio mais seguras.

Grande erro: Ter comprado qualquer equipamento que utilizasse baterias Sony
O maior erro: Guardar seu laptop próximo à munição

2 – O estilo HP de espionagem
Contratar pessoas para obter gravações telefônicas de forma ilegal e colocar repórteres sob vigilância, vasculhando seu lixo, lendo seus e-mails e bolando planos para camuflar informantes em redações - o escândalo de espionagem protagonizado pela HP teve um cheiro de “Watergate” que nem um oceano de perfume conseguiria atenuar.

Mas no interrogatório do caso, o controverso testemunho da presidente consultiva deposta Patrícia Dunn teve sua própria fragrância.

Patrícia e outros executivos da HP envolvidos no esquema foram forçados a renunciar e o Estado da Califórnia condenou ela e mais quatro pessoas por fraude, falsa identidade e conspiração.

Grande erro: Espionar repórteres, membros do conselho e suas famílias
O maior erro: Não ter visto o filme “Todos os Homens do Presidente”

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