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Negócios

Os 15 piores momentos do mercado de tecnologia em 2006

Por IDG Now!

26 de dezembro de 2006 - 12h02
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6 – Perdedores de laptop
Quando o ‘guru’ Robert Ellis Smith declarou que 2006 seria “o ano dos laptops perdidos”, ele não estava exagerando.

A lista de empresas que tiveram laptops com dados pessoais extraviados é longa, muito longa: Aetna, EDS, Equifax, Ernst & Young, Fidelity Investments, FTC, ING, IRS, Starbucks, T-Mobile, Toyota, Union Pacific, o Departamento de Transportes dos EUA (três vezes!) e Verizon, para citar algumas.

O tsunami de perda de latops ocorreu em maio, quando um portátil contendo dados pessoais de 28 milhões de veteranos de guerra norte-americanos foi roubado da casa de um analista do Department of Veteran Affairs.

Na maioria dos casos, os dados não tinham proteção com senha e tampouco tecnologia de criptografia, permitindo acesso fácil de ladrões de identidade.

Grande erro: O pouco cuidado dispensado pela empresa no armazenamento de nomes, endereços e números confidenciais
O maior erro: Ter nossas informações confiadas a estes palhaços

7 – As bobagens do YouTube
O ano de 2006 pode ser definido como o ano do vídeo online. A lista de pessoas comuns alçadas à fama pelo YouTube é enorme.

Alguns destaques: o técnico da Comcast que adormeceu no sofá errado; a âncora da CNN que esqueceu o microfone ligado durante uma reportagem política e teve sua conversa vazada; e o hoje ex-senador pelo Estado de Virgínia que foi mordido por uma “macaca”.

Descobrimos que o Big Brother somos nós mesmos.

Grande erro: Esquecer como uma câmera de vídeo e a internet podem criar celebridades instantâneas ou algo do gênero
O maior erro: Chamar seus constituintes de macacos.

8 - Playstation 3: Atrasado, caro e incompatível

Quando foi anunciado, no segundo semestre de 2005, o Playstation 3, da Sony, era tido como a maior coisa que já ocorreu no universo gamer desde o surgimento do porco-espinho chamado Sonic.

Mas, os atrasos não demoraram a acontecer. Na hora em que o PS3 chegou às lojas, seis meses após o prometido, o Nintendo Wii, mais barato e inovador, já havia tirado muito de seu brilho. Ao preço de 599 dólares pelo modelo com 60 GB, o PS3 custa o dobro do valor cobrado pelo PlayStation 2.

Segundo a iSuplies, que enaltece as qualidades de supercomputador do console, a Sony perca 200 dólares a cada PS3 vendido.

Graças aos atrasos na fabricação, a Sony enviou apenas 150 mil unidades do console para o lançamento norte-americano – menos da metade originalmente planejada.

E o console ainda é incompatível com mais de 200 jogos do Playstation e do PS2, apesar de a Sony tentar resolver o problema por meio de atualizações online.

E qual a boa notícia? Jovens loucos por games estão comprando PS3s e revendendo-os em sites como eBay pelo dobro do preço. Tem mais: apesar de suas autênticas baterias serem Sony, elas (ainda) não se incendeiam.
 
Grande erro: Tentar transformar um supercomputador em um videogame
O maior erro: Falhar em apunhalar a concorrente Nintendo na hora apropriada

Opinião do Leitor
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