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Programa de Aceleração do Crescimento terá divisão em cinco blocos

Desde medidas de investimento em infra-estrutura, de estímulo ao crédito à desoneração tributária. Setor de informática espera medidas de incentivo.

Por COMPUTERWORLD*

22 de janeiro de 2007 - 11h30
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O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), anunciado nesta segunda-feira (22/01) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Dilma Roussef, da Casa Civil, será dividido em cinco blocos.

Conforme informou o presidente durante o discurso na abertura da cerimônia, os blocos são divididos em medidas de investimento em infra-estrutura, de estímulo ao crédito e financiamento, investimento institucional, desoneração tributária e medidas fiscais de longo prazo.

“O desafio é acelerar o crescimento da economia com as conquistas obtidas nos últimos anos, romper barreiras e superar limites”, destacou o presidente. “O objetivo maior é colocar o País em um ritmo mais compatível, com equilíbrio fiscal, além de crescer sem inflação, estimular a indústria e o câmbio”, complementou.

Lula enfatizou ainda a necessidade de que as diretrizes previstas no PAC não se esgotem em um governo, mas que sejam complementadas nas gerações seguintes. O presidente também pediu apoio ao congresso para que sejam votadas com rapidez as medidas que necessitem de aprovação para o programa.

Os recursos estimados para o PAC estão em 503 bilhões de reais, fruto do orçamento da União deste ano e também dos próximos três anos sob gestão do presidente Lula.

Neste momento, as medidas estão sendo apresentadas pelos ministros. Segundo fontes ouvidas pelo IDG Now!, o pacote vai incluir medidas de incentivo ao setor de informática. Entre as medidas que beneficiam o setor de informática é dada como certa a elevação do patamar de isenção dos impostos PIS e Cofins (9,25%) para microcomputadores no valor de até 4 mil reais - sejam eles desktops, notebooks ou servidores.

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