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Futuro dos chips móveis: menores, mais rápidos, frios e eficientes

Evolução dos processadores móveis indica que o problema da curta duração da bateria pode estar com os dias contados. Quem está na frente: AMD ou Intel?

Por COMPUTERWORLD

14 de fevereiro de 2007 - 08h30
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Pergunte para qualquer um sobre o problema máximo do laptop. A resposta terá três palavras: duração da bateria. Em uma era em que quase todos estão trocando seus desktops por notebooks, soa muito obsoleta a incapacidade da máquina portátil de ficar ligada por mais de quatro ou cinco horas seguidas sem precisar da tomada.

Felizmente parece que os líderes do mercado Intel e AMD estão trabalhando para resolver o problema. O conceito de desempenho por watt (performance-per-watt) começa a dominar os refletores. O que isso significa? Quanto mais desempenho por watt o chip tiver, mais baixa é a sua temperatura interna e menor é o seu consumo de energia. Para laptops, esses dois elementos são críticos e, se resolvidos, vão culminar em maior duração da bateria.

Geralmente, as velocidades dos processadores em laptops cresceram à custa da duração da bateria. Entretanto, o lançamento dos processadores móveis Core 2 Duo da Intel, em 2006, alardeou o aumento de performance enquanto caiu o consumo de energia. A gigante azul de processadores pode, contudo, manter o ritmo?

Ao se considerar o quão importante é a categoria de computação móvel nos lucros totais, está claro que a AMD terá que entregar produtos substancialmente melhores para mexer com o domínio da Intel. Será que a AMD é capaz?

Abaixo você encontra indicações das respostas, incluindo uma surpreendente e nova estratégia em design da AMD.

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