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Negócios

Lucro da HP sobe para US$ 1,5 bi, mas empresa promete maior controle de custos

Presidente Mark Hurd também se diz decepcionado com desempenho das áreas de armazenamento e servidores.

Por COMPUTERWORLD

21 de fevereiro de 2007 - 12h10
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Os resultados da Hewlett-Packard (HP) no primeiro trimestre do ano fiscal da companhia ultrapassaram as estimativas dos analistas de Wall Street tanto em termos de receita como de lucro líquido.

Ao mesmo tempo em que se dizia feliz com o que o CEO da empresa chamou De "trimestre sólido", a gigante de informática inbformou que vai buscar ainda maior controle dos custos colocando um ponto final no seu programa de benefícios aos empregados mais antigos e oferecendo-lhes um pacote de aposentadoria antecipada.

A empresa registrou um lucro líquido de 1,5 bilhão de dólares no trimestre encerrado em 31 de janeiro, ou 0,55 dólar por ação, comparado ao 1,2 bilhão de dólares obtido no mesmo período do ano passado.

Excluindo 279 milhões de dólares em ajustes, o lucro líquido teria sido de 1,8 bilhão de dólares, ou 0,65 dólares por ação, ultrapassando o consenso entre os analistas ouvidos pela Thomson Financial, que era de 0,62 dólares por ação.

A HP descreveu as despesas com ajustes como relacionados à amortização de gastos intangíveis, além de gastos com processos de pesquisa relacionados a aquisições. Ela também citou compensação no programa de stock options dos funcionários.

A receita líquida no período foi de 25,1 bilhões de dólares, 11% superior ao mesmo trimestre do ano anterior e também acima da estimativa dos analistas, que era de 24,27 bilhões de dólares.

O principal motor do crescimento das vendas foi a área de computação pessoal. As vendas de desktops e notebooks da HP geraram uma receita 17% maior que em igual trimestre do ano anterior. Já as vendas da área de imagem e impressão foram 7% maiores.

Apesar do presidente mundial da HP, Mark Hurd, afirmar que o trimestre foi sólido de maneira geral, ele também afirmou estar desapontado com o desempenho da unidade de armazenamento e servidores. A receita da divisão de servidores cresceu 5%, para 4,5 bilhões de dólares, enquanto a de armazenamento cresceu apenas 3%.

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