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Negócios

Tecnologia é aliada para desenvolvimento regional

Em plena definição de políticas para os próximos meses, Estados dão espaço às questões referentes à tecnologia da informação para impulsionar o setor e as regiões.

Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD*

21 de fevereiro de 2007 - 15h55
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Pouco mais de um mês após a posse, o discurso tradicional das novas equipes estaduais de governo é o de colocar a casa em ordem: equilibrar as finanças, constituir secretarias, estabelecer políticas futuras. No entanto, ao lado dos itens comuns de debate no início de gestão, um tema específico vem ganhando relevância cada vez maior na pauta daqueles que chegam. Quem arriscou falar em tecnologia da informação, acertou.

E não é de se estranhar que TI passe a ser assunto cada vez mais estratégico nos programas estaduais de governo. Com a ânsia brasileira de desenvolver habilidades em tecnologia, especialmente em software e serviços, atrair – ou mesmo manter empresas – de base tecnológica pode ser um bom negócio para valorizar a região e gerar empregos. Assim, faz sentido encampar estratégias como criar pólos tecnológicos, apostar em conectividade e, especialmente, oferecer incentivos capazes de deixar o Estado atrativo e aberto a investimentos.

Neste especial, o COMPUTERWORLD ouviu também representantes da área de tecnologia de quatro Estados – Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo e Santa Catarina – e apresenta quais as políticas planejadas para o segmento nos próximos anos.

Rio Grande do Sul – Fase “Vale do Silício” pós-crise

Em plena crise econômica e fiscal, com déficit de mais de 2 bilhões de reais, o governo de Yeda Crusius (PSDB), no Rio Grande do Sul, decidiu que a tecnologia será um dos pilares fundamentais para a regeneração das finanças e da evolução da região. Nisso incluem-se estratégias para atração de empresas e o desenvolvimento de tecnologias capazes de aquecer a economia e melhorar a competitividade do Estado.

Como pauta para 2007 e os anos vindouros, a meta é conduzir projetos nas áreas de agronegócio, energia, saúde, tecnologia da informação e microeletrônica – sendo que a TI propriamente deve permear todas as ações encampadas. Além disso, está prevista a criação de um pólo estadual para a integração dos mais de 20 parques tecnológicos instalados no Estado, com o objetivo de melhorar o aproveitamento de recursos e o mapeamento das oportunidades de desenvolvimento.

Opinião do Leitor [1 comentários]

A Uma boa saída

Diante da atual crise pela qual passa o Estado do Rio Grande do Sul,não há dúvidas de que investir em tecnologia é uma boa maneira de alavancar o desenvolvimento.
Parabéns pela matéria.
Bruno - 15 Mar 2007, 01h11
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