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Negócios

Software corporativo: quando o pecado está no excesso

A eliminação de excesso de software na estrutura corporativa pode também significar um orçamento mais flexível. Saiba como acabar com o desperdício e ganhar eficiência.

Por COMPUTERWORLD

02 de março de 2007 - 07h35
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Mark Lack, responsável pelos relatórios de negócios e financeiros na Mueller, empresa de manufatura no setor de tubulação e refrigeração, não está de todo brincando quando diz que o bebedouro é sua melhor fonte de informação sobre o software de relatório da companhia. Lack supervisiona a implementação do Cognos Performance Applications, um pacote que deveria ser o padrão para análise e relatório em toda a organização. Às vezes, porém, ele descobre que produtos concorrentes estão sendo utilizados.

“Alguém vem contar: ‘Você sabia que o departamento tal acabou de comprar o pacote tal?’ Então eu o examino e descubro que ele não tem sequer o mesmo nível de capacidade que o nosso pode oferecer”, diz o gerente de planejamento e análise financeira da Mueller. “Descobrimos recentemente que o departamento de manufatura havia comprado um software de relatório bem debaixo do nosso nariz”, revela.

Aplicações redundantes, funções não utilizadas em pacotes de ERP (sistemas integrados de gestão) e CRM (ferramentas de gestão de relacionamento com clientes) e aplicações que foram compradas e depois esquecidas são usuais e caras. É o que se costuma chamar de shelfware.

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