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Red Hat lança plataforma e anuncia centro de desenvolvimento no Brasil

Red Hat Enterprise Linux 5 traz funcionalidades específicas para virtualização e storage. Companhia aponta também centro de treinamento nacional em até 24 meses.

Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD

14 de março de 2007 - 17h48
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A Red Hat anunciou nesta quarta-feira (14/03) a nova versão de seu sistema operacional para desktop e servidores, o Red Hat Enterprise Linux 5 (RHEL5), e informou também que pretende criar um centro de desenvolvimento de software no País.

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Segundo Paul Cormier, vice-presidente executivo de Engenharia que comandou o lançamento global do RHEL5, a versão traz novidades em gerenciamento de virtualização e de storage, além de melhorias no desempenho adicional, escalabilidade e características de segurança.

A companhia também enfatizou extensão do suporte a hardware, ferramentas e ambiente de desenvolvimento ampliados e melhor interoperabilidade com Windows e Unix.

Além do RHL5, a companhia informou que lançará no segundo semestre deste ano o Red Hat Exchange, iniciativa que viabilizará a oferta de soluções em código aberto também de outras empresas. Na prática, a Red Hat estabelecerá parcerias com diversas companhias – como Alfresco, Centric CRM, Groundwork, entre outras – para oferecer ao mercado diversas soluções concentrada em uma única plataforma.

Junto ao anúncio de produtos, Alejandro Chocolat, gerente-geral da Red Hat no Brasil, afirmou que a companhia pretende implantar um centro de desenvolvimento de software no País. O prazo estipulado é de 12 a 24 meses e a expectativa é ter até 40 desenvolvedores.

“Parte desse centro será localizado em nosso próprio escritório e o restante do time estará distribuído em diversas universidades do Brasil, com colaboradores remotos”, afirma Chocolat.

Embora não afirme quais as instituições envolvidas, o executivo destaca que 16 universidades já estão em conversas com a Red Hat sobre o projeto.

Fase de crescimento

Embora não revele cifras, o gerente-geral da Red Hat no Brasil afirma ainda que as operações locais cresceram de forma expressiva durante o ano passado, - lembrando a companhia inaugurou sua base no País há apenas dez meses. O setor corporativo respondeu por cerca de 80% do faturamento e os 20% restantes, na esfera governamental.

“No segmento corporativo, tiveram destaque os setores de finanças, telecom e manufatura”, disse.

Para aumentar as vendas e melhorar os resultados – inclusive na América Latina – a companhia pretende ainda expandir seus canais – hoje são três distribuidores e 24 parceiros de negócios – e já está recrutando um diretor de canais para a região.

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