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Justiça da California corrige informações e reduz pena de ex-presidente da HP
Advocacia do estado nega que acusados tenham admitido culpa, como informou anteriormente, mas reduz pena no caso de espionagem.
Por COMPUTERWORLD
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Depois de divulgar nesta quarta informações de que a ex-presidente do conselho da HP, Patricia Dunn, assim como outros três acusados, haviam admitido a culpa no processo de espionagem na companhia, a Justiça da California reconheceu ter errado na divulgação. O órgão, entretanto, informou ter reduzido a pena dos quatro executivos.
Patricia não alegou culpa e os demais três acusados - Kevin Hunsaker, Ronald DeLia e Matthew DePante - não se manifestaram, segundo a informação mais recente.
A corte, entretanto, que havia proposto em janeiro uma redução da pena caso eles assumissem a culpa, decidiu hoje impor o cumprimento de 96 horas de serviços comunitários e pagamento de indenização às vítimas que tiveram sua privacidade violada.
O advogado de Patricia Dunn, James Brosnahan, declarou que a Justiça tomou a decisão certa. "Desde o começo mantivemos a declaração de inocência de Patricia e por isso lutamos contra todas as acusações", afirmou o advogado, em um comunicado distribuído à imprensa.
Hunsaker era um dos avogados da HP, DeLia é um investigador particular da empresa Security Outsourcing Solutions Inc. e DePante era um consultor independente que trabalhava na companhia Action Research Group.
A companhia revelou no ano passado que promoveu uma investigação para apurar a fonte de informações sigilosas da companhia na imprensa americana.
No processo, entretanto, os detetives usaram falsa identidade para ter acesso a telefonemas e senhas de computador dos suspeitos.
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