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Citrix quer mostrar que a virtualização não é apenas de hardware

Empresa busca os segmentos financeiros e de telecomunicações no Brasil para oferecer virtualização de aplicações.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

15 de março de 2007 - 16h53
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A virtualização tem sido apontada como um dos tópicos quentes para 2007. Recentemente, a IDC colocou o tema como um dos dez principais tópicos em tecnologia. Para a Citrix, empresa especializada em virtualização de aplicativos, no entanto, a visão sobre o assunto está muito mais reduzida do que deveria.

“Hoje, quando se fala em virtualização, logo se pensa nos servidores, no hardware. O nosso desafio está em provar que a empresa pode ganhar muito ao virtualizar as aplicações”, diz Gustavo Amorim, gerente de marketing corporativo da subsidiária brasileira. Para ele, os casos de sucesso da empresa com clientes como o banco ABN-AMRO e a Construcap, entre outros, funcionam como divulgadores da empresa nos clientes.

Jair Longo, gerente geral da Citrix Brasil, enumera as vantagens da tecnologia perante o modelo tradicional. “Com as aplicações virtualizadas, a empresa pode entregar o aplicativo para qualquer tipo de usuário sem precisar instalar nada em sua máquina. É possível, inclusive, levar o desktop dele inteiro para qualquer computador”, conta. O executivo destaca que a estratégia de atuar em parceria com grandes integradores como CPM, IBM e HP têm sido fundamental para o crescimento da Citrix.

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