Negócios
O desafio de manter segredos corporativos no mundo 2.0
Por COMPUTERWORLD
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A empresa Dune Capital Management tem uma abordagem mais defensiva para a segurança da Web 2.0, diz Alphonse Edouard, vice-presidente de TI da empresa norte-americana de investimentos. Ele usa o software QRadar, da empresa Q1 Labs, para bloquear o acesso dos funcionários a sites como Plaxo e YouTube durante as horas úteis de trabalho. Isso é muito mais uma forma rígida de evitar códigos maliciosos do que poupar o uso de banda.
A solução monitora quais sites os funcionários estão visitando e gera relatórios sobre downloads, uploads, arquivos transferidos, assim como as atividades que estão afetando a largura de banda. Essa funcionalidade também ajuda a equipe de TI da empresa a compreender os problemas como pragas afetando a rede a partir do firewall.
A Global Crossing tem tecnologia de filtragem, mas só a utiliza em casos suspeitos de abuso. O sistema de filtro de URL da Secure Computing pode rastrear onde os funcionários estão gastando tempo na web.
Mais política do que tecnologia
As organizações estão mais propensas a utilizar políticas para a adesão à era da Web 2.0 do que tecnologia para controlar os riscos, particularmente dos blogs, segundo Hallawell. Por exemplo, menos de 15% das companhias escaneiam a rede em busca de vírus. Isso principalmente porque as ferramentas existentes de antivírus tendem a causar problemas de desempenho e muitas companhias não acreditam que a ameaça é muito grande.
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