Negócios
Software como serviço: caminhada rumo ao amadurecimento
Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD
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Em no máximo 21 dias, o executivo garante que qualquer aplicativo SaaS pode estar em funcionamento. Segundo a Oracle, atualmente há pouca adoção do software como serviço de forma pura. “Normalmente as empresas passam a usar o SaaS como componente adicional”, opina Modé. O executivo acredita que até 2011 a solução deverá responder a 25% do mercado de aplicativos.
A Oracle defende também que a oferta de software como serviço é uma evolução do modelo tradicional de licenças. O mais importante é que a América Latina tem alto grau de aceitação.
O cenário atual, no entanto, pode ser resumido por um usuário de SaaS. Luiz Carlos Heiti Tomita, CIO para a América Latina da Philips, usa aplicações de software como serviço para e-procurement, mas acha que a oferta não está madura o suficiente.
“Somente o produto de um ou dois fornecedores é difícil para garantir tranqüilidade para quem está contratando. As próprias empresas que vendem devem entregar algo mais concreto”, resume.
software para o futuro
Primeiramente ótima reportagem, muito bem escrita.
O Brasil está muito atrasado em relação aos paises de ponta que ultilizam Software as a Service com maior frequencia. Para ter ideia, criadores de software nos Estados Unidos é um dos trabalhos mais bem pagos. Acho que no Brasil em alguns anos o mercado aceitara melhor SaaS ao inves de um market segment.
espero, temos que colocar este pais rumo ao futuro e atualização
Mia - 03 Abr 2007, 16h34
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