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Negócios

Teradata se separa da NCR até metade do ano

Empresa que está há 10 anos no Brasil tomou rumo diferente da outra unidade de negócios da empresa e, a partir de julho, começa oficialmente a operar separadamente.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

19 de abril de 2007 - 18h48
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ATUALIZADA - Os trabalhos para a criação da identidade da Teradata já está em andamento, apesar de a companhia só passar a atuar separadamente da NCR na metade do ano. “Estamos trabalhando para reposicionar a empresa e renovar a oferta de soluções no Brasil”, diz a diretora de vendas da Teradata, Kátia Vaskys.

A mensagem que a companhia quer passar nesse momento, segundo ela, é de que não atua apenas na camada de aplicações, mas também na parte de infra-estrutura. A executiva afirma que esse ponto da infra-estrutura é normalmente esquecido e faz com que as organizações realizem gastos redundantes, com mais aplicações, sem se dedicar ao ordenamento dos dados corporativos.

Com essa oferta de data warehouse ativo – composta por hardware, banco de dados e software, Kátia conta que a Teradata deverá expandir entre 2007 e 2008 a atuação com o setor de manufatura, que deve se somar aos segmentos destaques atuais, como telecomunicações, finanças e varejo. “Acredito nos negócios nessa área porque as companhias vão entender que o data warehouse precisa se transformar em um mecanismo integrado a arquitetura orientada aos serviços, para trocar atividades com qualquer aplicativo”, comenta.

O intervalo entre 2007 e 2010 é visto pela Teradata como “quente” para a gestão de informações e deverá continuar o crescimento visto em 2006, quando o faturamento global chegou a 1,6 bilhão de dólares. “Além disso vamos crescer também o quadro de funcionários em mais de 40%, hoje composto por 300 pessoas”, diz.

A expectativa para 2007, de acordo com Kátia, é consolidar os negócios e prospectar o mercado para obter os resultados em 2008. A executiva prevê que somente com aplicativos e modelos preditivos na base instalada, principalmente de CRM analítico, espera aumentar os negócios em 30%, baseado na oferta de novas soluções.

A executiva reforça também que apesar de estar em processo de separação da NCR, isso não significa que as duas não serão pertencentes ao mesmo grupo.

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