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Fundador da Red Hat explora o mundo da Web 2.0 em seu novo negócio
Por COMPUTERWORLD
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Melinda Roberts, por exemplo, que publicou a obra "Mommy Confidential: Adventures from the Wonderbelly of Motherhood" através da Lulu, adorou os benefícios da auto-publicação e disse que estava feliz de poder escapar da indústria editorial e levar seu livro ao mercado.
"O modelo de negócios coloca todo o controle nas mãos do autor", disse ela. "Você pode imprimir algo somente para você, apenas uma vez, ou pode publicá-lo para distribuição no mundo todo", afirma.
"A Lulu.com permite que os autores publiquem uma obra em seus próprios termos, em seu próprio tempo, gratuitamente. Ninguém, inclusive o autor, paga um centavo até que o livro seja comprador por alguém. Se isso não é liberdade de impressão, eu não sei o que é", afirmou.
Com certeza, o aspecto de auto-publicação da Lulu significa que há provavelmente uma série de livros no site que as grandes editoras recusariam. Young afirma que não vê problemas nisso, uma vez que o site oferece um serviço e um ambiente de compra e venda que qualquer pessoa pode usar.
"Sim, temos uma série de livros ruins por aqui", ele diz. "Em um mercado livre, há sempre uma série de ‘lixo’ à venda nas ruas". O importante, diz Young, é que o consumidor – e não as grandes editoras corporativas – decidem se um livro vale a pena ser lido ou não.
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