Negócios
Instituto aponta atuação restrita dos canais no segmento financeiro
O diretor de pesquisas do ISF considera que os integradores devem buscar os bancos de pequeno e médio portes, bem como as seguradoras e as empresas de previdência privada.
Por Por Tatiana Americano, da ChannelWorld
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Ao longo de 2007, os fornecedores de equipamentos e de soluções podem abocanhar 52% dos orçamentos totais de TI das instituições financeiras brasileiras, o que corresponde a cerca de R$ 8,7 bilhões. A constatação, que faz parte do estudo divulgado pelo ISF (Instituto Sem Fronteiras), não deve ser encarada como uma excelente oportunidade para os canais, na visão de Ivair Rodrigues, diretor de pesquisas da instituição.
“Os bancos de maior porte - que são responsáveis pela maior parte desses investimentos - querem falar direto com o fabricante”, aponta o diretor, complementando: “Dessa forma, os integradores interessados no setor devem apostar em instituições bancárias de pequeno e médio portes, bem como em seguradoras e em empresas de previdência privada”.
Entre as tecnologias, Rodrigues aponta que os bancos médios estão abertos a projetos de SOA (arquitetura orienta a serviço) e de melhorias na gestão de TI, com ênfase em consolidação de servidores e storage. Já as instituições bancárias de pequeno porte, segundo o estudo, devem investir em iniciativas para aprimorar os sistemas internos, em soluções para evitar fraudes, além de atividades para melhorar a infra-estrutura de tecnologia e a contingência, bem como planejam implementar soluções relacionadas à Basiléia.
Já entre as seguradoras, as principais ações tem relação a ajustes organizacionais para alinhamento aos conceitos de Governança, juntamente com projetos wireless e de automação da força de vendas.
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