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Linux no ambiente corporativo funciona?
Por COMPUTERWORLD
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Por último, a executiva relata que sentiu bastante falta da Adobe InCopy, software para edições impressas disponíveis apenas para Windows ou Mac. Com utilização ao menos semanal, não tê-la representou um problema. Fora isso, a falta de sincronização com o Palm T/X no desktop foi outro desafio. Parecia que ia funcionar, diz a executiva, ao passo que incluía uma aplicação justamente para aquele fim – chamada Gnome Pilot -, mas não deu certo.
“Aqui está um exemplo de como usuários de nível intermediário podem se frustrar com o Linux algumas vezes. É provável que nesta fase tenhamos equipamentos e aplicações adicionais além das configurações padrão, ao mesmo tempo em que não sabemos o que fazer para executar aquilo que os fornecedores não suportam oficialmente”, comenta.
O(s) lado(s) positivo(s)
Algumas outras coisas mostraram durante a semana de trabalho de Sharon que o Linux é um sistema operacional destinado a usuários sérios. Um exemplo foi encontrado no fato de que Sharon conseguiu acessar facilmente as pastas no drive de rede a partir do sistema operacional aberto, e movê-las do sistema Windows para a caixa de Linux em teste. Escrever códigos e códigos de comando não foi necessário. Arrastar e colar foi o suficiente.
A executiva aponta também que executar um arquivo MP3 é tão fácil como clicar sobre ele e abrir o RealPlayer para Linux. No entanto, assistir a um trailer de filme na internet – o que pode ser feito em um clique no Windows – pareceu um tanto mais complicado, já que existem muitos no formato QuickTime, da Apple, e a companhia não fornece diretamente um reprodutor ou plug-in da ferramenta para Firefox no Linux.
“Mas uma das coisas que eu não sinto falta no Linux de jeito nenhum são os balões do Windows me perturbando sobre as atualizações que eu não estou interessada em instalar!”, complementa, dizendo ainda que quando o plug-and-play do Linux funciona, é uma experiência agradável.
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Sete páginas
O assunto da matéria me interessa muito, mas quando vi que o texto estava picotado em SETE pequenas partes, desisti de lê-lo. Creio que isso deva ter acontecido com outras pessoas também. Sugiro que vocês revejam os critérios da divisão de matérias em páginas.
Rafael - 25 Abr 2007, 10h03
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