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Negócios

Symmetry busca parceiros no Sul e em Brasília

A representante, que promete margem de 20% até 30% sobre as soluções, pretende ampliar a participação dos canais nas vendas de 8% para 30%.

Por Por Denise Sammarone, da ChannelWorld

14 de maio de 2007 - 16h06
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A Symmetry, após dois anos de reformulação da sua estratégia comercial, que fez com que a empresa se dividisse em três áreas de negócios -- ciclo de vida da informação, gerenciamento e monitoração de rede, e utilitários para TI --, planeja aumentar o número de parceiros e ampliar a participação dos canais nas vendas. De acordo com o diretor-comercial da Mauro Dryzyn, a representante -- que também funciona como integradora --, do Observer 12, sistema de monitoração de recursos de rede, e do Commvault, aplicativo de gerenciamento de ciclo de vida da informação, a meta é arrebanhar, até o final do ano, pelo menos mais quatro revendas e integradores no Sul do país e em Brasília.

Para tanto, a empresa deve investir entre R$ 40 mil e R$ 50 mil na seleção, treinamento e apoio no pós-venda. "As ferramentas são bastante especializadas e vai exigir do canal, que deve manter uma operação em áreas de alta concentração industrial ou financeira, vasto conhecimento técnico em redes e armazenamento, e ainda, em negócios", indica o executivo. E se por um lado o parceiro precisa ser altamente especializado, por outro, a Symmetry promete margens sobre as vendas que pouco se vê no mercado. O diretor-comercial afirma que os ganhos sobre o Commvault são de cerca de 20%, e sobre o Observer, de 25% até 30%. "Fora o valor que decorre do serviço", reforça o executivo.

Escolhidos praticamente a dedo, os novos parceiros vão se reunir aos cinco atuais canais, responsáveis pelos negócios em São Paulo, Minas Gerais e Ceará, e juntos são responsáveis por apenas 8% das vendas atuais da empresa. “Uma das metas é ampliar a participação dos canais para 30%”, indica Dryzyn. Outro objetivo da empresa, destaca o executivo, é por meio das revendas e integradores, disseminar o uso dos sistemas, ainda pouco conhecido dos usuários corporativos brasileiros. Atualmente, os dois aplicativos rodam em cerca de 130 empresas, entre eles, no Serpro, na BR Distribuidora, no Hospital Albert Einstein, na Dedini, na Volkswagen e na Louis Dreyfus.

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