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Negócios

Nvidia promove ações para dobrar número de canais locais até meados do ano

O trabalho, informa o gerente-geral da fornecedora, tem o intuito de promover a educação de revendas e de usuários sobre o uso das placas de vídeo.

Por Por Tatiana Americano, da ChannelWorld

16 de maio de 2007 - 09h05
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Instalada no Brasil há quase dois anos, a Nvidia - fornecedora de placas de vídeo e placas-mãe - tem planos audaciosos para seu canal, que hoje responde por 100% das vendas realizadas em território nacional. "Queremos passar de aproximadamente 3 mil empresas cadastradas no nosso programa (Partner Force) para 6 mil membros, até meados de 2007", avisa Richard Cameron, diretor-geral da marca no Brasil.

Para conseguir dobrar o número de parceiros cadastrados em um prazo de dois meses, a Nvidia prepara uma verdadeira força-tarefa, que inclui o trabalho dos três distribuidores autorizados e dos cinco distribuidores associados, além de investir em ações de marketing voltadas a recrutar parceiros.

"Hoje, no Brasil, quando o assunto é placa de vídeo há uma desinformação generalizada, tanto do canal como do usuário", enfatiza Cameron. Por conta dessa lacuna, ele informa que uma das principais ações do Partner Force envolve a educação dos clientes, seja a partir de materiais de ponto-de-venda, bem como de treinamentos voltados a ensinar os canais a montarem computadores para segmentos específicos, como o setor de gamers ou de pequenas empresas.

Nesse sentido, a Nvidia prepara, a partir de 13 de junho, road shows por cinco cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba). Durante os eventos, pretende promover workshops sobre produtos e integração de sistemas, além de estimular a demanda por equipamentos fabricados no Brasil.

Ainda de acordo com o diretor-geral da Nvidia, desde que iniciou suas operações no País, a fornecedora defende a bandeira da aquisição de produtos legais pelos canais. Nesse sentido, ele afirma que o trabalho em território nacional envolveu diversas etapas, passando pela produção local dos equipamentos - com o objetivo de reduzir custos dos produtos -, o cadastramento dos distribuidores e o programa de canais.

Na área de placas de vídeo, Cameron calcula que, nos últimos dois anos, o mercado cinza caiu de 98% do setor no Brasil para algo em torno de 60%, atualmente. Número que, na visão do executivo, tende a cair ainda mais por conta do início da fabricação local, na planta da E-Max (em Manaus), desde o último mês.



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