Negócios
Business Objects parte para o middle market via canal
A fornecedora promete atuar no Brasil indiretamente. Mundialmente, a expectativa é de que o mercado das médias cresça entre 40% e 50% até 2009.
Por Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD
17 de maio de 2007 - 18h10
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A Business Objects anunciou hoje (17/05) sua estratégia mundial de atuação entre as médias empresas e uma nova linha de produtos para o setor. A companhia criou globalmente uma unidade de negócios que vai se dedicar exclusivamente ao nicho de empresas de até mil funcionários ou com receita menor do que US$ 300 milhões.
No Brasil, de acordo com o diretor-geral das operações da BO no País, Fernando Corbi, diferentemente do restante do mundo, não haverá uma divisão estruturada para a venda da nova linha de produtos. “Imaginamos que quase a totalidade das vendas serão por meio indireto”, conta o executivo, indicando que Brunella Moraes, líder da área de canais, deve organizar a comercialização da solução.
A estratégia mundial, informa o vice-presidente mundial da divisão de middle market, Todd Rowe, deverá fazer com que a contribuição do setor no faturamento da companhia, que foi de 40% nos US$ 1,25 bilhão em 2006, passe a ser metade da receita até 2009. “Dos nossos 42 mil clientes mundiais, 37 mil são empresas médias e até pequenas, que de acordo com o IDC crescem 50% mais rápido do que as de maior porte”, explica. Além disso, a expectativa é de que o mercado de médias companhias cresça entre 40% e 50% em dois anos.
Sobre a nova solução, o executivo destaca que as principais preocupações no desenvolvimento do produto foi a simplicidade, capacidade de integração de vários módulos, além da integração de dados. O lançamento da linha de produtos foi feita em 62 países e está disponível em 12 línguas, inclusive português. As melhores previsões, no entanto, são para Brasil, Índia e China e Europa Oriental, segundo Rowe.
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