Negócios
De carona nos bons ventos para notebooks
Por Tatiana Americano
Compartilhe:
Ao contrário do que acontecia há alguns anos, hoje os computadores portáteis desenhados para o corporativo têm a configuração muito próxima dos destinados ao usuário doméstico. “Com isso, é possível comprar um equipamento para usar no escritório e também para o lazer”, analisa Nelson Scarpin, diretor de vendas SMC e canais da Lenovo. A Positivo também aposta no uso de notebooks profissionais pelas pessoas físicas. “Colocamos componentes para uso doméstico”, conta Idel Bacal, diretor comercial para a área corporativa da empresa. Com isso, ele enxerga uma oportunidade de atingir, pelo menos, 4,8 milhões de empresas e mais de 150 milhões de brasileiros.
Uma barreira, no entanto, ainda impede o potencial explosivo de expansão do setor: o preço dos equipamentos. Questão que tem mobilizado a indústria, a qual, por outro lado, colhe os benefícios da estabilidade econômica, da queda do dólar, da redução no valor de importação dos componentes e da economia de escala.
Somado a isso, o segmento teve um importante empurrão do governo, que, por meio do PAC (Pacote de Aceleração do Crescimento), expandiu os benefícios da MP do Bem – a qual concede isenção de PIS e Cofins, que chegam a quase 10% dos custos totais – para notebooks comercializados por até R$ 4 mil.
“Temos a meta de enquadrar os produtos nessa realidade”, enfatiza Carlos Duarte, diretor de vendas para o corporativo da Semp Toshiba, referindo-se à intenção de produzir equipamentos adequados às regras que propiciam os benefícios fiscais. Para tanto, planeja notebooks com 256 MB de memória, HD de 40 GB, tela de 14 polegadas e Wi-Fi.
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


