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Negócios

De carona nos bons ventos para notebooks

Por Tatiana Americano

20 de maio de 2007 - 18h00
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Atualmente, na Semp Toshiba, as vendas de computadores móveis respondem por 20% do faturamento no Brasil. Mas Duarte acredita que, em dois anos, a participação dos portáteis chegue a 35% do resultado total da companhia.

 
Combate ao mercado cinza

Junto com a redução nos preços dos notebooks e o aumento das vendas, os incentivos do governo contribuíram para a redução nos números do mercado cinza, que inclui itens contrabandeados. “Em novembro, o programa mais agressivo afetou positivamente as vendas de computadores móveis e ajudou nosso canal”, considera Juan Jimenez, vice-presidente de computação pessoal da HP. Para ele, esse fator tende a estimular um crescimento expressivo nas vendas indiretas dos produtos. “Apostamos alto em 2007, com novas plataformas e migrações mais rápidas”, enfatiza o executivo.

Por outro lado, motivado por campanhas voltadas a mostrar os benefícios da mobilidade e da portabilidade, o consumidor está cada vez mais interessado nas ferramentas agregadas aos notebooks. Com isso, ganham espaço as soluções de VoIP (voz sobre IP), por exemplo, que permitem ao usuário, a partir do equipamento móvel, atender o seu ramal de onde estiver, sem pagar por chamadas de longa distância.

Desafios do canal

No mundo corporativo, principalmente, questões como tecnologia, suporte e help desk são fatores preponderantes para a aquisição dos computadores. Ou seja, enquanto os usuários domésticos privilegiam o preço, o consumidor empresarial leva em conta outras questões, como TCO (custo total de propriedade) e segurança. Este último quesito, por sinal, um assunto cada vez mais discutida em grandes centros urbanos, nos quais já existem quadrilhas especializadas no roubo de notebooks e que, com isso, colocam em risco informações confidenciais contidas nos equipamentos.

Em resposta a essa preocupação, as novidades dos fabricantes para o corporativo giram em torno, principalmente, da segurança e da integridade dos dados. Assim, junto com recursos de backup, a biometria ganha força total.

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