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Negócios

Apple estuda implementar conceito de loja própria no País

Dentro dos planos para dobrar receita no Brasil, empresa estuda formas de reduzir o mercado cinza, anuncia notebook de R$ 3.999,00 e não descarta montagem de uma fábrica.

Por Tatiana Americano, da ChannelWorld

29 de maio de 2007 - 11h35
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Assim como na América do Norte, na Europa e na Ásia, onde mantém lojas próprias, em paralelo ao modelo de vendas indiretas, a Apple inicia a implementação de pontos-de-venda – batizados de Apple Store – na América Latina.

“Começamos pelo México, mas o caminho mais natural é que o Brasil seja o próximo território a testar esse conceito”, adianta José Roberto J. Santos, gerente de vendas da companhia no País, que, no entanto, não confirma algum projeto específico.

Sobre um possível conflito que as lojas próprias podem representar aos atuais canais da marca, Santos descarta essa possibilidade ao apontar o exemplo do mercado norte-americano.

“Em um primeiro momento, houve um receio dos parceiros, mas depois eles perceberam que as lojas são mais uma forma de disseminar a marca e permitir que os usuários tenham contato com os produtos”, justifica o gerente, lembrando que isso aumenta as vendas para toda a cadeia de distribuição.

Por outro lado, ele reforça que, para garantir essa concorrência justa, a fabricante mantém uma tabela única de preços sugeridos para todos os seus produtos, independente do ponto-de-venda.

Uma das barreiras naturais ao crescimento da Apple no País, o preço dos equipamentos – pesquisas indicam que o iPod brasileiro é o mais caro do mundo – também está na pauta de problemas tratados com mais atenção pela operação brasileira.

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