Negócios
Bancos vão gastar R$ 15,5 bilhões em tecnologia em 2007, alta de 8%
Levantamento da Febraban indica ainda que os investimentos em novos sistemas e tecnologias vão chegar a R$ 5,9 bilhões no ano.
Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD
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O setor financeiro vai investir 15,5 bilhões de reais em seu departamento de tecnologia da informação em 2007, uma alta de 8% ante 2006. Deste montante, 5,9 bilhões de reais serão destinados para implementações de novos sistemas, alta estimada de 17% perante o ano anterior. Os dados estão no levantamento “Setor Financeiro em Números”, da Febraban, que aponta, também, que esse valor representa 20% das compras de TI no País.
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precisa ser tão simples quanto cartão para ser meio de pagamento”
O estudo destacou também o crescimento no número de contas correntes. Em 2006, o montante total cresceu em 7,9%, atingindo 102,6 milhões.O número de correspondentes bancários também registrou alta relevante, subindo 5% para atingir um total de quase 74 milhões de locais no Brasil.
O crescimento no número de usuários de internet banking, no entanto, ficou bem abaixo da taxa registradas nos últimos anos. A alta de 3,8%, com 27,3 milhões de usuários em 2007, é bem menor do que a mudança registrada entre 2004 e 2005, quando o número de usuários subiu de 18,1 milhões para 26,3 milhões, o que significou na ocasião um crescimento de mais de 45%.
Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, diretor de tecnologia da
Febraban e presidente da , afirmou que a diminuição no ritmo de crescimento
do internet banking tem uma explicação simples. “Com o número atual de
internautas no Brasil, o internet banking está próximo do seu limite. Ele só
vai crescer se aumentar o número de usuários na internet”, garante.
Sobre a utilização do celular como um meio de pagamento, tema de destaque do CIAB este ano, Fonseca adianta que as iniciativas estão no início, com grande esforço para garantir a padronização dos projetos. "Enquanto cada banco estiver atuando restrito à uma operadora, os serviços não vão se expandir. Padronizar e garantir a interoperabilidade é fundamental para que o serviço seja mais universal", completa.
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